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Inflação diminui nas fábricas chinesas e iuan atinge recorde

A inflação chinesa mostrou sinais de desaceleração em uma pesquisa do setor manufatureiro divulgada nesta quinta-feira, um indicador antecipado de que o governo conseguirá manter o curso de um aperto monetário gradual e não agressivo.

KEVIN YAO E CHEN AIZHU, REUTERS

30 de dezembro de 2010 | 07h33

Um alívio das pressões inflacionárias também pode limitar a alta do iuan nesta semana, moeda que atingiu a máxima recorde frente ao dólar, algo que o banco central considera essencial no controle dos preços.

O índice do HSBC para o setor manufatureiro da China caiu à mínima em três meses de 54,4 em dezembro, ante 55,3 em novembro, sugerindo que o ritmo da expansão empresarial nas fábricas está moderado, mas mantendo-se forte.

O número oferece um sinal antecipado do crescimento econômico chinês em geral, mas a atenção se concentra na inflação, que está no maior nível em mais de dois anos.

Sobre os preços, a pesquisa do HSBC deu certo alívio. O subíndice de preços de produção caiu à mínima em três meses de 72,3, ante 80,8 em novembro, enquanto o subíndice de preços ao consumidor do setor manufatureiro teve a menor leitura em quatro meses.

Os componentes de inflação ainda estão em território de expansão, indicando que as empresas estão transmitindo ao consumidor os custos mais elevados de matérias-primas, em vez de absorvê-los e prejudicar os lucros.

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