Inflação em SP, medida pela FGV, fica em 0,01% em julho

O Índice de Preços ao Consumidor da cidade de São Paulo (IPC-SP) subiu 0,01% em julho, ante queda de 0,23% apurada em junho. A informação foi divulgada hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com a entidade, o indicador acumula elevações de 3,41% no ano até julho e de 5,43% no período de 12 meses até julho. A instituição informa que a aceleração da taxa na passagem de junho para julho foi impulsionada principalmente pelo aumento de preços em Transportes (de queda de 0,53% para alta de 0,41%) e pela queda menos intensa nos preços de Alimentação (de -0,99% para -0,61%). Dos sete grupos que compõem o indicador, seis apresentaram aceleração em suas taxas, ou até queda menos intensa, nos resultados de julho. Além dos dois já citados, é o caso de Habitação (de 0,25% para 0,48%); Saúde e Cuidados Pessoais (de queda de 0,02% para alta de 0,50%); Educação, Leitura e Recreação (de -0,20% para -0,03%); e Despesas Diversas (de 0,13% para 0,35%). O único grupo a apresentar recuo de preços no mesmo período foi o de Vestuário (alta de 1,37% para queda de 1,65%). Por produtos, as altas de preços mais expressivas foram apuradas em tarifa de telefone residencial - assinatura e pulsos (4,58%); melancia (19,49%); e limão (16,19%).Já as mais expressivas quedas de preço foram observadas em batata-inglesa (-15,8%); leite tipo longa vida (-3,64%) e tarifa de eletricidade residencial (-1,3%). O IPC-SP é calculado com base na estrutura de despesas de famílias com renda entre 1 a 33 salários mínimos.

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