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Inflação medida pelo IPC-S desacelera e sobe apenas 0,16%

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou e subiu apenas 0,16% até 31 de agosto, ante a alta de 0,20% apurada no indicador anterior, de até 22 de agosto. A informação foi divulgada nesta sexta-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa anunciada ficou abaixo do piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado, que esperavam um resultado entre 0,17% a 0,25%, e abaixo da mediana das expectativas (0,21%). Ao comentar o resultado, em comunicado, a FGV considerou que cinco dos sete grupos usados para cálculo do indicador registraram desaceleração ou até mesmo deflação expressiva de preços, na passagem do IPC-S de até 22 de agosto para o indicador de até 31 de agosto.É o caso de Alimentação, que passou de 0,92% para 0,70%, Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,13% para 0,09%, Educação, Leitura e Recreação, de 0,25% para 0,10%; Transportes, de 0,08% para 0,07%, e Despesas Diversas, de 0,11% para -0,10%. Os únicos grupos a registrarem aceleração ou deflação mais fraca de preços no mesmo período foram Habitação, de -0,08% para 0,04%; e Vestuário, de -1,25% para -1,11%. Por produtos, as altas de preço mais expressiva foram registradas em mamão da amazônia - papaya (54,55%); manga (29,16%) e limão (49,18%). Já as mais expressivas quedas de preço foram registradas em batata-inglesa (-15,65%); cebola (-19,97%) e leite tipo longa vida (-2,35%).

Agencia Estado,

01 de setembro de 2006 | 12h00

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