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Inflação medida pelo IPC-S fica em 0,57% até 6/12

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) ficou em 0,57% na semana encerrada em 6 de dezembro, segundo informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No IPC-S anterior, de até 24 de novembro, o indicador ficou em 0,31%. O resultado ficou acima das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado (entre 0,32% a 0,40%). Dos sete grupos que compõem o indicador de até 6 de dezembro, seis apresentaram alta de preços; e apenas um registrou recuo em suas taxa de variação, em comparação com o IPC-S de até 24 de novembro. Os grupos que apresentaram alta de preços no período foram: Alimentação (de queda de 0,55% para alta de 0,06%); Vestuário (de 0,62% para 1,16%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,16% para 0,23%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,17% para 0,29%); Transportes (de 1,42% para 1,89%) e Despesas Diversas (de 0,86% para 1,07%). O único grupo a apresentar recuo de preços no período foi o de Habitação (de 0,60% para 0,54%). Mesmo com a desaceleração de preços, a FGV informa que Habitação, junto com o grupo Transportes, foi responsável por 68% da formação da taxa do IPC-S da semana encerrada em 6 de dezembro. O grupo Habitação é o de maior peso entre os sete que compõem o indicador. Além disso, a fundação informa que a alta de preços no grupo Alimentação foi "determinante" na formação do indicador, no período. Por produtos, as altas de preços mais expressivas no IPC-S foram apuradas em gasolina (3,30%); tarifa de telefone residencial (2,52%); e mamão papaya (23,07%). Já as mais significativas quedas foram apuradas em tomate (-15,31%) batata inglesa (-9,42%); e cebola (-23,31%). Por regiões, nesse IPC-S, todas as 12 capitais pesquisadas apresentaram aceleração de preços, ante a apuração anterior. A maior taxa ficou com Belo Horizonte (1,30%). Já a menor taxa foi registrada em Porto Alegre (0,29%).

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