Inflação medida pelo IPC-S fica em 0,72% até 5/01

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) ficou em 0,72% na semana encerrada em 5 de janeiro, segundo informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice ficou dentro das expectativas dos analistas (alta de 0,38% a 0,75%). No IPC-S anterior, de até 24 de dezembro, o indicador havia ficado em 0,66%. Dos sete grupos que compõem o indicador, quatro apresentaram alta de preços. maior aceleração, de 0,46 pontos porcentuais foi no grupo Educação, Leitura e Recreação, como reflexo dos reajustes de preços dos Cursos Formais, típicos desta época do ano. O grupo Alimentação, apesar de ter uma aceleração menor do que o de Educação, Leitura e Recreação, teve o maior peso para a alta de 0,72% no índice semanal. A aceleração foi de 0,32 pontos porcentuais em relação ao período anterior. O destaque foi para o aumento nos preços das hortaliças e legumes.Em contrapartida, o grupo Transportes se desacelerou 0,61 pontos porcentuais, principalmente pelo efeito declinante das taxas de variação do item Combustíveis e Lubrificantes.Nesta última apuração do IPC-S, os principais itens que contribuíram para a aceleração verificada foram: Hortaliças e Legumes (-2,12% para 1,85%), Laticínios (-0,07% para 0,74%), Carnes e Peixes Industrializados (0,92% para 1,44%), Massas e Farinhas (-0,54% para -0,18%) e Óleos e Gorduras (-1,35% para -0,78%).Contrários a esta tendência encontram-se itens de peso na cesta de consumo das famílias, tais como: Frutas (1,03% para 0,31%), Pescados Frescos (1,42% para 0,44%) e Carnes Bovinas (3,79% para 2,50%). Por regiões, nesta apuração do IPC-S, das 12 capitais pesquisadas seis apresentaram alta em suas taxas de inflação, medidas pelo indicador, ante a apuração anterior. Fortaleza registrou a maior aceleração, 0,51 pontos porcentuais, atingindo o maior índice de 1,30, e Florianópolis a maior desaceleração, 0,15 ponto percentual, ficando com o índice em 0,71%. O menor índice foi verificado em Curitiba, de 0,21%. São Paulo registrou 0,30%, o segundo menor índice, e o Rio de Janeiro, 1,10%, o terceiro maior, atrás de Goiânia com 1,12%. Veja o índice de cada grupo:Alimentação (de 0,46% para 0.78%); Vestuário (de 1,50% para 1,34%); Transportes (de 2.36% para 1.75%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,25% para 0,26%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,38% para 0,84%); Despesas Diversas (de 0,77% para 0,63%); Habitação (de 0,26% para 0,31%)

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