Inflação medida pelo IPC-S fica em 0,74% até 22/01

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ficou em 0,74% no período encerrado em 22 de janeiro, ante alta de 0,76% no IPC-S anterior, de até 15 de janeiro. A informação foi divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado anunciado hoje ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado, que esperavam um resultado entre 0,70% a 0,85%, e abaixo da média das expectativas (0,80%).Segundo a FGV, a taxa menor do indicador foi influenciada por desaceleração de preços em Alimentação (de 1,36% para 1,13%) e por deflação mais forte nos preços de Vestuário (de -0,46% para -0,72%), na passagem do IPC-S de até 15 de janeiro para o indicador de até 22 de janeiro. Dos sete grupos que compõem o indicador, três registraram desaceleração de preços e até deflação mais intensa de preços, no mesmo período. Além dos dois já citados, é o caso do grupo Habitação (de 0,13% para 0,08%). Os outros quatro grupos apresentaram aceleração de preços, como Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,57% para 0,60%); Educação, Leitura e Recreação (de 1,91% para 2,33%); Transportes (de 1,18% para 1,36%); e Despesas Diversas (de 0,16% para 0,30%). Por produtos, as altas de preço mais expressivas no IPC-S de até 22 de janeiro foram registradas nos preços de batata-inglesa (20,20%); curso de ensino superior (3,11%); e cenoura (29,91%). Já as mais expressivas quedas de preço foram registradas em tomate (-26,91%); tarifa de eletricidade residencial (-1,01%) e limão (-20,13%).

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