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Inflação nos EUA fica em 0,5%; número sobre emprego desaponta

O índice de preços no atacado nos Estados Unidos subiu em março, mas a alta confirmou os prognósticos dos analistas. O índice de preços ao produtor (PPI) teve alta de 0,5% no mês passado, após uma alta de 0,1% em fevereiro, conforme dados do Departamento do Trabalho. O aumento deveu-se aos reajustes nas categorias de alimentos e energia, que subiram 1,5% e 0,6%, respectivamente. O núcleo do índice, que expurga os itens relacionados a alimentos e energia por serem considerados voláteis, subiu 0,2%, após uma alta de 0,1% em fevereiro. Os números confirmaram em cheio os prognósticos dos analistas. Embora o dado tenha mostrado que a inflação subiu na comparação com o mês anterior, as pressões inflacionárias em termos anualizados diminuíram. No período de 12 meses até março, o PPI subiu 1,4%, abaixo da alta de 2,1% registrada nos 12 meses até fevereiro. O relatório respalda a análise do Federal Reserve de que a desinflação, queda generalizada de preços, não é mais uma preocupação. Em depoimento ao Congresso, o presidente do Federal Reserve, Alan Greenspan, afirmou que a tendência preocupante de queda dos preços tinha terminado. No entanto, Greenspan não identificou sinais preocupantes de tendência de alta generalizada de preços, ou inflação. Greenspan admitiu sim que há pressões de preços na etapa inicial do processo produtivo e nos mercados de energia. Auxílio-desemprego O número de trabalhadores que deram entrada a pedidos iniciais de auxílio-desemprego caiu na semana passada e embora sinalize que há uma melhora gradual do mercado de trabalho, a queda das solicitações foi bem mais amena do que a projetada pelos analistas. O número de solicitações do benefício caiu 9 mil, para o nível ajustado de 353 mil, na semana encerrada em 17 de abril, de acordo com dados do Departamento do Trabalho. A média da quadrissemana, no entanto, subiu 2.250, para 347 mil. Os analistas consultados pela Dow Jones previam queda de 20 mil pedidos de auxílio-desemprego na semana passada. Na semana até 10 de abril, o número de pedidos subiu 2 mil, para 362 mil. Inicialmente, o departamento havia registrado um movimento e 360 mil na semana até 10 de abril. O número de pedidos contínuos - solicitações do auxílio por mais de uma semana - subiu 52 mil, para 3.019.000 na semana até 10 de abril - último dado disponível. Os dados confirmam o diagnóstico do presidente do Federal Reserve, Alan Greenspan. No Congresso, Greenspan disse ontem que as medidas de corte de custos pelas empresas têm limitado as contratações. Greenspan sugeriu que o Fed poderá esperar por uma melhora mais firme antes de elevar os juros nos EUA. As informações são da Dow Jones.

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