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Inflação nos EUA sobe mais que o previsto; renda cai

O índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 0,5% em março nos Estados Unidos, acima da alta de 0,3% verificada em fevereiro e da previsão dos economistas de apreciação de 3%. Segundo o Departamento do Trabalho, a aceleração de 1,9% nos preços de energia em março liderou a alta do índice cheio. No entanto, mesmo excluindo as variações com energia e alimentos, considerados voláteis, houve forte avanço nos preços em março. O núcleo do CPI, que não considera os preços de tais segmentos, subiu 0,4% em março, maior alta desde novembro de 2001. Em fevereiro, o núcleo havia registrado aceleração de 0,2%. Em 12 meses até março, o núcleo subiu 1,6%. A alta nos preços no núcleo do índice foi puxada por aumento nos preços de vestuário e dos custos com alojamento fora de casa, como hotéis. Segundo o Departamento, os preços dos vestuários cresceram 0,9% em março e com alojamentos saltaram 3,8%. Dentro do complexo energia, os preços da gasolina avançaram 5,5% em março, de alta de 2,5% em fevereiro. Os preços dos alimentos aumentaram 0,2% em março, mesma variação de fevereiro. Os preços das residências, que respondem por 40% do índice, subiram 0,3% em março, de alta de 0,2% em fevereiro. Os preços do transporte avançaram 1,1%, de alta de 0,7 em fevereiro. Renda real cai 0,7%A renda real mensal dos trabalhadores norte-americanos, ajustada à inflação, caiu 0,7% em março, uma vez que a alta de 0,1% no ganho médio por hora trabalhada foi zerado pela alta de 0,5% no CPI entre os trabalhadores urbanos e de escritórios. A média de hora trabalhadas caiu 0,3%. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

14 de abril de 2004 | 11h15

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