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Inflação pelo IPC-S acelera só em BH e no Rio, aponta FGV

Na cidade de São Paulo, a inflação continua a perder força e preços sobem 0,22% ante alta de 0,36%

ALESSANDRA SARAIVA, Agencia Estado

26 de agosto de 2008 | 08h25

A inflação no varejo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), apresentou elevação de preços menos intensa em cinco das sete cidades pesquisadas para cálculo do índice, na passagem da segunda para a terceira prévia do IPC-S. Apenas as cidades de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro apresentaram aceleração de preços, de 0,6% para 0,67% e de 0,15% para 0,17%, respectivamente.   Veja também: Entenda os principais índices  De olho na inflação, preço por preço  Alimentos têm maior queda desde julho de 2006, aponta FGV Mercado reduz estimativa de inflação de 2008 para 6,34% Inflação menor ajuda confiança do consumidor em agosto   Na cidade de São Paulo, a inflação continuou a perder força, no âmbito do IPC-S. Segundo a FGV, os preços na capital paulista subiram 0,22% na terceira leitura do mês do índice, medido até 22 de agosto, em comparação com a alta de 0,36% apurada anteriormente, no IPC-S de até 15 de agosto. Além de São Paulo, outras quatro cidades apresentaram desaceleração de preços. É o caso de Brasília (de 0,4% para 0,37%); Porto Alegre (de 0,23% para 0,02%); Recife (de 0,32% para 0,21%) e Salvador (de 0,52% para 0,24%). Embora todas as cidades contribuam para a formação do IPC-S, a inflação na cidade de São Paulo é a de maior peso no cálculo do índice, que também mostrou desaceleração na passagem da segunda para a terceira prévia do mês, de 0,34% para 0,24%, conforme anunciado ontem pela FGV.   A inflação começa a dar sinais de desaceleração e os resultados dos últimos índices têm comprovado isso. A segunda prévia do IGP-M de agosto apresentou deflação de 0,12% e o IPCA-15 veio abaixo de 0,4% nesse mês. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo subiu 0,34% na segunda quadrissemana de agosto, seguindo a alta de 0,38% na primeira leitura do mês. Com isso, vai se consolidando o cenário de arrefecimento dos preços no segundo semestre após o pico da primeira metade do ano.

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