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Inflação pelo IPC-S perde força na 2ª semana de fevereiro

O recuo da inflação dos alimentos, de 1,15% para 0,55%, levou à taxa menor do IPC-S, que subiu 0,82% após avançar 1,16% na leitura anterior

Alessandra Saraiva, da Agência Estado,

16 de fevereiro de 2011 | 08h25

A perda de força na inflação dos alimentos (de 1,15% para 0,55%) levou à taxa menor do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) de até 15 de fevereiro, que subiu 0,82% após avançar 1,16% no indicador anterior. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou hoje o desempenho da segunda quadrissemana de fevereiro do índice.

Entre os alimentos, os destaques ficaram por conta da desacelerações e quedas de preços em hortaliças e legumes (de 11,22% para 8,39%), frutas (de 0,17% para -1,59%) e carnes bovinas (de -1,85% para -2,70%) entre a primeira e a segunda quadrissemana de fevereiro.

Mas segundo a fundação, o grupo alimentação não foi o único a mostrar desaceleração de preços, no mesmo período. Mais quatro classes de despesa, entre as sete usadas para cálculo do indicador, mostraram decréscimos em sua taxa de variação de preços. É o caso de educação, leitura e recreação (de 2,92% para 1,95%), transportes (de 2,80% para 2,21%), vestuário (de -0,06% para -0,47%) e saúde e Cuidados Pessoais (de 0,39% para 0,32%).

As outras classes de despesa apresentaram aceleração de preços, no período. É o caso de habitação (de 0,39% para 0,46%) e despesas diversas (de 1,41% para 1,48%).

Entre os produtos pesquisados no varejo, a FGV informou que as altas mais expressivas foram registradas em tarifa de ônibus urbano (4,64%); tomate (19,76%); e alface (21,40%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em limão (-28,18%); feijão carioquinha (-11,67%); e batata-inglesa (-8,28%).

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