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Inflação será bem menor em abril e maio, disse Mantega

A inflação tem um "efeito deletério" sobre a atividade econômica e é mais sentida pelo consumidor, que perde poder aquisitivo, disse, disse, nesta terça-feira, 29, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante seminário na Câmara dos Deputados. "A inflação prejudica toda a atividade econômica. Então, o governo tem toda a dedicação para que o Brasil atinja a meta de inflação", afirmou. "Não podemos abrir mão do controle da inflação".

LAÍS ALEGRETTI, NIVALDO SOUZA E RENATA VERÍSSIMO, Agencia Estado

29 de abril de 2014 | 14h25

Mantega disse que o governo está trabalhando para "criar condições para que a inflação seja a menor possível", mas reconheceu que houve um salto nos preços. "É verdade que nos últimos anos tivemos alguns fatores que contribuíram para o contrário", considerou. De acordo com o ministro, a elevação nos preços dos alimentos nos últimos anos ocorreu em função da alta nos preços das commodities internacionais, puxadas por problemas climáticos e quebra de safra nos Estados Unidos, especialmente na produção de milho e soja. "Isso trouxe alguma pressão inflacionária", pontuou.

No Brasil, segundo ele, a quebra na colheita de frutas e legumes foi o principal responsável pelo aumento de preço no mercado interno. Mantega listou ainda como parte do problema a seca em algumas regiões, que prejudicou a colheita no início do ano. Mas segundo ele, esses problemas estão se resolvendo e não devem prejudicar o conjunto da safra prevista para o ano. "A boa notícia é que estamos na descendência desses fatores", disse. O ministro indicou que a inflação deverá ser menor nos meses de maio e abril. "A inflação deve vir bem mais baixa", indicou Mantega.

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