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Inflação tende a desacelerar, afirma diretor do Fed

Para Frederic Mishkin, apesar da elevação dos custos de energia, tendência central não parece ser de alta

Robert Melnbardis, da Reuters,

20 de outubro de 2007 | 17h01

O aumento dos custos de energia ao longo dos últimos cinco anos elevou os riscos de expectativas inflacionárias mais altas, mas a tendência central da inflação não parece ser de alta, afirmou Frederic Mishkin, diretor do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) neste sábado, 20.  A inflação tende a se acelerar à medida em que os custos de energia sobem, mas uma vez que estes custos se estabilizarem, ainda que em patamar mais alto, a inflação vai retornar para uma taxa mais baixa, próximo ao nível registrado pelo chamado núcleo do índice de preços, que exclui os preços de alimentos e energia.  "Na medida em que a mudança permanente dos preços relativos de energia não levar a uma mudança na tendência da taxa central de inflação - uma hipótese crucial - a inflação geral voltará a cair de novo", afirmou Mishkin em comunicado preparado para ser apresentado em uma conferência sobre política monetária em Montreal.  "Isso é o que parece termos visto recentemente nos Estados Unidos", acrescentou, ao mencionar a desaceleração do índice de inflação preferido do banco central norte-americano, o índice de preços dos gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês).

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