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Infraero estuda uso de biocombustível em aeroportos

Projeto prevê a adição gradativa, até 2010, do combustível em máquinas, equipamentos e frotas de veículos

Agência Estado,

06 de junho de 2008 | 10h28

A Infraero informou nesta sexta-feira, 6, que está estudando a utilização de combustíveis alternativos e fontes de energia renováveis e ambientalmente limpas. Segundo o órgão, uma das principais iniciativas é o Projeto Biodiesel, que prevê a adição gradativa, até 2010, desse combustível em máquinas, equipamentos e frotas de veículos da Infraero. A empresa, assim, seria a única no mundo no setor de administração aeroportuária a usar o biodiesel.   Veja também:  Biocombustíveis 'vencem' cúpula da ONU sobre alimentos  Biocombustíveis ameaçam terras de camponeses, diz relatório  Dedos apontados contra o etanol estão sujos de óleo, diz Lula   A meta da empresa é acrescentar 20% de biodiesel (B20) ao óleo diesel convencional já a partir deste ano, inicialmente em três aeroportos: Cumbica, Viracopos e Congonhas. Em 2009, serão usados 50% (B50), e para 2010, a meta é 100% (B100). "Desta forma, haverá significativa redução das emissões de gases oriundos da queima de combustível fóssil", afirma.   Segundo a Infraero, os estudos de viabilidade técnica e econômica para a implantação do projeto estão sendo desenvolvidos pela gerência de recursos energéticos da superintendência de meio ambiente e energia do órgão, em parceria com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq).   A Esalq está analisando o impacto do biodiesel em motores e o índice de redução de emissão de gases com o programa, além dos custos. A previsão da Infraero é de usar dois milhões de litros por ano de biodiesel em toda frota.

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