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Iniciada consulta pública para agregar ferro à farinha

A proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de agregar ferro e ácido fólico (vitamina do complexo B) a todas as farinhas de trigo e milho e seus derivados produzidos no País está disponível desde esta quinta-feira para apreciação do público, por 60 dias. A moção deve virar lei em dois meses.A medida já é adotada em países como Estados Unidos, Venezuela, Guatemala, Honduras e El Salvador. Segundo a Roche Vitaminas, a aditivação torna-se praticamente obrigatória, pois o refinamento dos grãos provoca grande perda desses nutrientes. "A medida da Agência pretende aumentar a ingestão de ácido fólico ou folato pela população, especialmente mulheres em idade fértil, pois a vitamina previne a má formação do tubo neural do feto, estrutura precursora do cérebro e da medula espinhal", explicou a Anvisa.O fechamento insuficiente do tubo neural pode provocar deformações no bebê, como anencefalia (ausência de cérebro), espinha bífida e miningocele (defeitos na coluna), que podem levar à morte, à paralisia dos membros inferiores, à hidrocefalia e ao retardo mental. Já o ferro previne a anemia ferropriva (causada principalmente pela falta do mineral).Quando a lei entrar em vigor, os moinhos de beneficiamento de grãos serão obrigados a adicionar 150 microgramas de ácido fólico e 4,2 miligramas de ferro em cada 100 gramas de farinha produzida. A rotulagem informará aos consumidores que o produto é enriquecido ou rico em ácido fólico e ferro.

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