Inovação aberta acelera disrupção na compra e venda de energia
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Inovação aberta acelera disrupção na compra e venda de energia

Plataforma de open innovation da Votorantim Energia gera parcerias que vão transformar o status da eletricidade de commodity para serviços

Votorantim Energia, Estadão Blue Studio
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28 de novembro de 2021 | 07h30

Se a relação da maioria das pessoas e organizações com a energia, até então, é apenas por meio da fatura, a digitalização do setor elétrico vai mudar o modo como se adquire eletricidade na mesma intensidade com que o e-commerce mudou o varejo de produtos e serviços. Consumidores de baixa carga vão poder escolher de quem e quanto comprar, como se decidisse o pacote de dados de internet para a família, considerando o perfil de consumo de cada usuário.

“Eletricidade vai deixar de ser commodity para ser mais um serviço essencial integrado com uma nova experiência de consumo e subprodutos que impactarão o dia a dia de pessoas e organizações. Serviços e produtos de energia poderão ser adquiridos como combos, de acordo com suas necessidades, consumo e horários de pico”, exemplifica Cesar Ischida, gerente de TI & Digital da Votorantim Energia.

Para liderar essa mudança, a Votorantim Energia está investindo em tecnologias disruptivas para se tornar data-driven, digitalizando processos de geração e comercialização até o cliente. Ao mesmo tempo, está construindo uma relação sólida com energy techs e startups de diversos setores.

“Já temos expertise de inovação na geração de renováveis. A comercialização, agora, é a próxima fronteira da inovação no setor elétrico. É para onde o ecossistema de inovação está se voltando”, comenta o executivo.

A estratégia de inovação aberta da companhia é dar suporte às startups para a criação conjunta de produtos e serviços que vão atender às demandas desse futuro próximo. Provas de conceito, pilotos, MVPs e investimentos em novos negócios têm sido as principais tarefas dos squads da companhia.

No início de novembro, a Votorantim Energia assinou investimento para expansão da Way2, empresa catarinense de tecnologia especializada em telemedição, segmento de alto potencial de crescimento, em energia. O negócio continua sob o comando dos fundadores, e a companhia terá dois assentos no conselho, com foco em direcionamento estratégico do negócio.

A experimentação segue em todas as frentes de negócios da companhia. A unidade comercializadora, por exemplo, já utiliza uma plataforma de leilões cocriada com a Navarra Tech, outra catarinense de tecnologia. A startup oferecia produtos para o mercado de capitais, quando foi provocada pela Votorantim Energia a desenvolver um novo ambiente com mais agilidade e transparência nas operações.

A companhia acabou de concluir a primeira rodada do programa Conexão VE, um desafio realizado pelo hub Energy Future que contou com inscrições de 52 startups. Das cinco finalistas, duas foram selecionadas para provas de conceito e pilotos, com oportunidades em sustentabilidade e mercado de baixa tensão.

Entre as especializações das startups que participam da plataforma da Votorantim Energia, há ainda as de soluções em inteligência artificial, blockchain (base de dados distribuída à prova de violações) e analytics (análise computacional sistemática de dados ou estatísticas).

“Com uma das startups especializadas em inteligência artificial temos parceria voltada para otimizar a gestão de portfólio de energia, recomendações de riscos e comercialização”, acrescenta o executivo.

“Hoje nós temos uma área de inovação estabelecida, e todos esses cases vieram de parcerias com esse ecossistema inovador.” Segundo Cesar Ischida, a plataforma interessa à perenidade do negócio da Votorantim Energia ao mesmo tempo que provê suporte financeiro necessário ao desenvolvimento e expansão das startups.

O gerente de TI da VE lembra que o setor elétrico ainda é altamente regulado e focado no B2B (business to business), mas avalia que a ampliação do ambiente de contratação livre vai proporcionar a massificação e potencialmente disrupções na cadeia. “A abertura transformará o mercado para um ‘B2C’ (fornecimento ao consumidor final) ou B2‘bezinho’, com clientes de menor carga. Conforme a abertura do mercado evoluir e o processo de regulamentação se sofisticar, haverá mais liberdade para criar novos produtos e serviços”, conclui.

 

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