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Inovação é bandeira antiga

O incentivo à inovação e pesquisa é uma das principais marcas da gestão Dilma Rousseff. O primeiro programa anunciado em seu governo foi o Ciência Sem Fronteiras, que envolve a concessão de bolsas para que estudantes brasileiros nas áreas de exatas e biológicas façam parte de seu mestrado e doutorado no exterior.

O Estado de S.Paulo

12 de abril de 2014 | 02h07

A ideia era capacitar pesquisadores brasileiros e aproximar as universidades das empresas, públicas e privadas, de forma a ampliar a inovação no País - área considerada "frágil" pelo Palácio do Planalto.

Simbolicamente, a presidente introduziu o termo "inovação" no nome do Ministério de Ciência e Tecnologia. Em 2012, o governo lançou o programa TI Maior, que consistia no estímulo à tecnologia de informação, e auxiliou na atração de centros de pesquisa e desenvolvimento de multinacionais ao Brasil, como Microsoft e EMC.

Finalmente, o governo ampliou o tamanho da Finep e, no ano passado, lançou um pacote de R$ 33 bilhões em crédito subsidiado e dinheiro a fundo perdido (subvenção) voltado para a inovação.

O Plano Inova Empresa é gerido pela Finep e pelo BNDES. Agora, o governo aposta no lançamento de três editais para ampliar e modernizar laboratórios, institutos e universidades, além do reforço ao CNPq, para estimular a área em pleno ano eleitoral.

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