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Instituto internacional propõe inclusão de emergentes no G-7

Para IIF, países como Brasil, China e Índia deveriam ser incluídos, mas ordem econômica tem sido lenta demais

RENATO MARTINS, Agencia Estado

10 de novembro de 2008 | 14h21

O Instituto para Finanças Internacionais (IIF) propôs nesta segunda-feira, 10, que o G-7, grupo dos sete países mais ricos, seja ampliado de modo a incluir as principais economias emergentes. Em carta dirigida ao G-20 antes do encontro de cúpula do próximo fim de semana, o IIF diz que "é crucial para os formuladores de políticas tomar passos coordenados adicionais para fomentar a recuperação dos mercados financeiros e para evitar uma recessão global severa".     Veja também: Presidente do BCE afirma que crise ainda está em andamento Presidente da China diz que pretende cooperar com Obama Saiba os assuntos que serão discutidos no G-20 De olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29 Como o mundo reage à crise  Entenda a disparada do dólar e seus efeitos Especialistas dão dicas de como agir no meio da crise Dicionário da crise Durante entrevista coletiva à imprensa em Washington, o diretor-gerente do IIF, Charles Dallara, afirmou que o G-7 "deveria ser uma memória distante". Para ele, embora exista um consenso crescente de que países como Brasil, China e Índia deveriam ser incluídos nos processos de decisão, a ordem econômica mundial tem sido lenta demais para mudar. A carta do IIF diz que as economias de mercado emergentes deveriam ter mais voz em todos os fóruns mundiais e propõe a criação de um conselho global, também para coordenar a reforma do sistema de regulamentação.O órgão também afirma que o sistema financeiro global deveria ser devolvido o mais rapidamente possível "para suas bases no setor privado". "Sobre a reforma na arquitetura, nós acreditamos que o objetivo principal deve ser preservar, reforçar e fortalecer o quadro de referência baseado no mercado para comércio, investimentos e fluxos de capital", diz a carta. As informações são da Dow Jones.

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