Inter American Express avalia cenário

Esta é a mesma opinião do o economista chefe do banco Inter American Express, Marcelo Alain: o FED deve manter hoje os juros inalterados em 6,5% ao ano. Ele avalia que um novo ajuste poderá ocorrer na próxima reunião do banco, em agosto, com uma elevação de 0,25%. Inflação ainda é um fator preocupante Segundo Alain, os indicadores de preços estão mostrando que ainda há uma pressão inflacionária puxada pela cotação do petróleo, que não caiu como era esperado após a reunião da Opep que aumentou o nível de produção.O economista pondera, porém, que o Federal Reserve pode dar um "desconto" para este fator, já que há uma desaceleração da economia e os caciques da política monetária dos EUA costumam olhar para o risco futuro de inflação, que poderia ser menor. Queda nos EUA pode refletir no Brasil Na análise de Alain, a manuntenção das taxas de juros norte-americanas daria um novo fôlego para o mercado financeiro internacional. Isso também beneficiaria o Brasil.Ele explica que este é um dos fatores que poderia abrir espaço para o Banco Central (BC) exercer o viés de baixa definido da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).O fator negativo que poderia segurar a queda da taxa Selic antes da próxima reunião do Copom seria justamente o preço do petróleo. Se as cotações caírem, as duas condições necessárias para uma nova baixa dos juros brasileiros estariam concluídas.Leia mais sobre a abertura dos mercados hoje no link abaixo

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