Interesse de jovem surgiu ao seguir caso de um primo FERNANDA HIRAMATSO

"Desde pequeno ele tem acompanhamento e vi o progresso dele em relação à comunicação" DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA SANTA CASA

O Estado de S.Paulo

18 de novembro de 2012 | 02h09

A estudante do oitavo semestre, Fernanda Hiramatso, de 21 anos, conta que faz estágio na Clínica de Fonoaudiologia da Santa Casa. "O quarto ano é todo dedicado ao estágio supervisionado."

Ela diz que o estágio abrange todas as áreas de fonoaudiologia. "Começo a semana trabalhando na clinica infantil, no dia seguinte atendo adultos, depois bebês e pacientes que necessitam de prótese auditiva, na quinta-feira trabalho na Unidade Básica de Saúde da Barra Funda, com a qual a Santa Casa mantém parceria. Termino a semana realizando exames de audição."

Fernanda conta que passou a se interessar pelo curso depois de constatar a evolução de um primo, que é especial. "Desde pequeno ele tem acompanhamento fonoaudiológico, e vi o progresso dele em relação à comunicação e à interação social. Assim, fui me interessando pela profissão." Segundo ela, a fonoaudiologia melhora a qualidade de vida das pessoas. "Tenho muito orgulho da profissão que escolhi."

Quando concluir a graduação, Fernanda afirma que quer se especializar na área que mais gosta. "Vou fazer especialização em audiologia clínica e conciliar os estudos com um trabalho na área de audição, em alguma clínica." Isso significa mais dois anos de estudos. "Depois poderei trabalhar diagnosticando diversas alterações auditivas."

CV: Ela tem 21 anos e está no oitavo semestre da faculdade fonoaudiologia. A estudante faz estágio supervisionado na Clínica de Fonoaudiologia da Santa Casa e também atende na Unidade Básica de Saúde da Barra Funda. Depois de formada quer fazer especialização em audiologia clínica. A aluna diz ter muito orgulho da profissão, porque ajuda a melhorar a qualidade de vida das pessoas.

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