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Internet auxilia profissionais de turismo

Turismo, Hotelaria, Gastronomia são, junto com Telecomunicações, as áreas com mais ofertas de emprego atualmente. Como a oferta de profissionais tem sido escassa, a Internet pode ajudar no envio de currículos para os lugares certos."Montar uma pousada é o sonho de grande parte dos universitários de Turismo, mas a maioria acaba trabalhando em Marketing ou em grandes hotéis", afirma Roberto Miranda, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Turismo - Protur (www.protur.org.br).Dados da Confederação Nacional de Turismo estimam que, até dezembro de 2002, serão criadas 400 mil vagas no setor hoteleiro. "Há 424 hotéis em construção no País; 130, em São Paulo", informa Lúcio Soares, diretor-comercial da Confederação. A média é de 250 habitações por hotel e cada uma emprega duas pessoas. "Esperamos um crescimento mínimo de 10% sobre o faturamento de 2000 (R$ 58,5 bilhões) em hotelaria e gastronomia."Esses números refletem a vinda de grandes redes hoteleiras, como Accor (www.accor.com.br) e Blue Tree (www.bluetree.com.br), para o Brasil; mas elas exigem mão-de-obra especializada. A Accor vai criar 2.659 novas vagas no País até dezembro de 2002. "Só este ano, precisaremos de 1.200 pessoas", afirma Vera Costa, diretora de Recursos Humanos. O candidato deve ter, no mínimo, ensino fundamental completo. "Nos cargos mais altos, também são necessárias outras competências. Recepcionistas, por exemplo, devem ter inglês fluente."Mas quem quer se aventurar no exterior, pode visitar o WorkUSA (www.workusa.com.br) que se especializou em oferecer empregos nos EUA, na Europa, na Ásia e em navios de cruzeiro. "Colocamos o candidato em contato com o empregador. O problema é a qualificação, pois o brasileiro ainda não percebeu que é necessário investir em si mesmo", afirma o fundador do serviço, Márcio Ferreira.Há três anos no ar, a página já empregou mais de 6 mil pessoas fora do Brasil, principalmente na área marítima (setor que deu origem ao serviço de empregos on-line). "Muitas vezes, o candidato não consegue o emprego porque não fala inglês. Hoje, é necessário saber outros idiomas."

Agencia Estado,

07 de junho de 2001 | 20h13

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