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Interrompido julgamento sobre "esqueleto" de R$ 27 bilhões

Um pedido de vista do ministro Marco Aurélio Mello interrompeu no início da noite desta quarta-feira o julgamento do recurso do INSS contra aplicação do IGP-DI aos benefícios previdenciários no período de 1997 a 2001, pleiteada pelo segurado Antônio Salomão dos Santos, de Santa Catarina. O julgamento será retomado amanhã. Se o governo perder a questão, terá de desembolsar R$ 27 bilhões para cobrir a diferença.A sessão foi interrompida quando a votação estava empatada por 2 votos a 2 entre aplicação do IGP-DI e do INPC. A favor do governo (INPC) votou, além do relator Carlos Velloso, o ministro Nelson Jobim. Pelo IGI-DI votaram Marco Aurélio Mello e Carlos Ayres Britto. Há, em todo o País, 150 mil ações pleiteando a correção dos benefícios do período pelo IGP-DI.

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