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E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Investidor está mais otimista com economia do Brasil e AL

Levantamento realizado pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) mostra que os investidores norte-americanos em private equity estão confiantes em um desempenho econômico positivo para a América Latina neste ano. De acordo com a pesquisa anual, 44% dos entrevistados elegeram o Brasil como principal destino de investimento em private equity (participação em empresas) na região nos próximos 12 meses, seguido por México, com 22%. Para o trabalho, o Centro de Negócios para a América Latina da PwC ouviu os principais fundos de private equity dos EUA com fortes investimentos na região. Segundo Eduardo Pupo, da direção do Centro, apesar das dificuldades enfrentadas pela América Latina no ano passado, os investidores mostraram estar comprometidos com a região. Retorno - "Brasil, México e Argentina vão continuar a atrair investidores experientes que sabem onde estão as oportunidades", destacou. O levantamento também mostrou que o retorno dos investimentos na região no ano passado ficou dentro das expectativas de 67% dos entrevistados. Os outros 33% mencionaram mudanças econômicas e competição como os principais fatores que impediram o alcance das metas. Neste ano, o setor que reúne entretenimento/mídia/comunicações e tecnologia da informação será o mais atraente para 29% dos fundos de private equity. O setor financeiro vem a seguir, com 25% da preferência dos investidores. Energia, com 8%, varejo e bens de consumo, com 4% cada, são os seguintes. Estabilidade econômica, política e qualidade dos profissionais são os pontos mais considerados pelos fundos de private equity ao analisar um país para aplicar recursos. Ao avaliar uma companhia para adquirir participação, a qualidade da administração, a viabilidade da estratégia do negócio e a transparência de informações são os pontos de maior importância para o investidor.Os fundos de investimentos em private equity destacaram, na pesquisa, que a expectativa de preço é o principal impedimento na hora de fechar um negócio. Outros motivos para impedir uma transação são a ausência de uma forte equipe de direção na empresa-alvo; o nível de aceitação de novas práticas de negócios e o desejo do vendedor de participação de deter controle majoritário da empresa.

Agencia Estado,

31 de janeiro de 2001 | 17h41

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