Investidor local coloca B3 em novo patamar e mostra amadurecimento do mercado de capitais
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Investidor local coloca B3 em novo patamar e mostra amadurecimento do mercado de capitais

Bolsa do Brasil ganha 500 mil novos investidores pessoas físicas por semestre. 3,2 milhões aplicaram R$ 545 bilhões no mercado brasileiro no primeiro semestre de 2021

B3, Estadão Blue Studio
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19 de novembro de 2021 | 11h00

O mercado de capitais brasileiro passa por um processo de amadurecimento, com mais investidores ganhando destaque ao aportar seus recursos na B3, a bolsa do Brasil. Dados da B3 mostram que o número de investidores pessoas físicas na negociação aumentou consideravelmente nos últimos anos assim como a participação no volume negociado. “É um momento de virada para se tornar ainda mais maduro”, diz Felipe Paiva, diretor de relacionamento com clientes e pessoas físicas da B3.

Para se ter uma ideia, em 2019, a bolsa de valores brasileira contava com 1,4 milhão de CPFs. No primeiro semestre deste ano, saltou para 3,2 milhões de pessoas físicas – média de mais de 500 mil novos investidores por semestre. Além disso, os 3,2 milhões de investidores pessoa física na B3 investiram um total de R$ 545 bilhões no mercado brasileiro. “Estamos só no começo dessa trajetória”, destaca Paiva ao salientar que a tradicional caderneta de poupança tem R$ 1 trilhão de recursos e mais de 20 milhões de brasileiros com mais de R$ 5 mil guardados e que podem migrar para o mercado de capitais. Lembra ainda que a indústria de fundos brasileira é uma das maiores do mundo, com algo entre R$ 5 e R$ 6 trilhões, mas só 10% estão alocados em equity, o resto tudo em títulos públicos federais.

O representante da B3 comenta que ao atingir o menor patamar histórico, a taxa básica de juros, a Selic, contribuiu para este cenário de mais investidores buscarem o mercado de capitais para alcançar melhor retorno para suas aplicações. “As pessoas que viviam acomodadas com retorno de dois dígitos, se viram num momento de busca de novos investimentos. O mercado inteiro se ajustou, oferecendo produtos mais diferenciados e mais fáceis para investir. A sofisticação de produtos e serviços e a demanda dos mais jovens, com cultura de conhecimento e demanda por conhecer coisas novas, levaram o mercado para outro patamar”, destaca Paiva. Mesmo com a escalada na taxa de juros nas últimas reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, a tendência é que as pessoas físicas sigam em destaque na bolsa de Valores.

Pesquisa mostra que grande parte das pessoas que optaram pelo mercado de capitais começaram com o intuito de aprender a investir. “Colocam poucos recursos e vão adicionando. A média da carteira deste jovem é de R$ 1.500 e R$ 2.000. São sinais que mostram que estamos vivendo uma transformação”, diz Paiva. “Do lado da demanda mudou muito, jovem mais preparado, recebendo mais informações e, com produtos mais sofisticados, cria-se um bom momento para o mercado”, avalia o representante da B3.

Cristiano Ayres, CEO do Modal - banco com ecossistema integrado, unindo serviços bancários e de investimentos – comenta que há alguns anos têm percebido um movimento maior de investidores brasileiros na bolsa, seja de forma direta ou por meio de fundos de investimentos. “O investidor está mais maduro e com mais acesso à informação e isso leva a uma demanda maior para a renda variável e pode incrementar a oferta também na bolsa”, diz Ayres.

Ele comenta ainda que outra tendência observada a partir da chegada dos investidores locais na bolsa é que as ações de empresas menores também começam a ganhar destaque. “Todos esses fatores contribuem para melhorar e aperfeiçoar o nosso mercado de capitais”, considera Ayres. “Além disso, quando houver a retomada da economia nacional, teremos um ambiente muito favorável para o mercado, com os investidores locais se consolidando na bolsa e a volta dos estrangeiros”, avalia o representante do Modal.

“Uma vez controlado fatores da macroeconomia a expectativa para o mercado de capitais é cada vez mais robusta”, considera Paiva. “Do lado das empresas, elas têm alternativas de financiamento e traz também mais visibilidade, governança corporativa e atuação em um mercado mais preparado e mais exigente”, finaliza o representante da B3.

 

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