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Investidor segue embolsando ganhos e Bovespa tem 2a queda

Satisfeito com os ganhos das ações domésticas, após nove semanas consecutivas de alta, o investidor seguiu realizando lucros na Bovespa, que caiu pelo segundo dia seguido.

ALUÍSIO ALVES, REUTERS

12 de maio de 2009 | 18h06

Depois de ter chegado a esboçar alta na abertura, o Ibovespa logo reverteu, até fechar em baixa de 1,28 por cento, aos 50.325 pontos. O giro financeiro da sessão totalizou 5,28 bilhões de reais.

"Depois de o Ibovespa ter acumulado uma alta de mais de 35 por cento no ano, o investidor parece estar confortável para vender ações e garantir os ganhos", disse Luiz Roberto Monteiro, assessor de investimentos da corretora Souza Barros.

O movimento desencontrado das bolsas internacionais facilitou o movimento. Em Wall Street, o índice Dow Jones subiu 0,6 por cento, enquanto o Nasdaq perdeu 0,88 por cento e o S&P 500 teve baixa de 0,1 por cento.

De um lado, a alta dos preços de commodities, como petróleo, que atingiu o maior patamar em seis meses, convidou investidores a continuar comprando ações de companhias de energia.

De outro, mesmo as declarações do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, na segunda-feira à noite, que os resultados dos testes de estresse realizados pelo governo dos EUA com 19 grandes bancos do país são encorajadores não diminuíram o ceticismo do mercado com o setor financeiro.

Na bolsa paulista, preocupações isoladas acrescentaram peso ao Ibovespa. A ação preferencial da Usiminas afundou 3,2 por cento, a 34,75 reais, com investidores esperando resultados decepcionantes da companhia no primeiro trimestre. O balanço da siderúrgica sai na quarta-feira.

Outro destaque negativo foi Aracruz, também encolhendo 3,2 por cento, a 3,35 reais, depois de a companhia ter adiado a divulgação de seus resultados do trimestre, previsto para esta terça-feira. Sua controladora, VCP foi a pior do dia, despencando 6,2 por cento, a 22,79 reais.

A preferencial da Petrobras tampouco resistiu à realização de lucros e murchou 1,6 por cento, para 32,35 reais, a despeito de a companhia ter reportado na segunda-feira à noite um resultado trimestral acima das expectativas de analistas.

A grande exceção do dia foi Perdigão, com uma disparada de 13,3 por cento, a 36,25 reais, mesmo depois de a companhia ter negado informações de que estaria prestes a anunciar a fusão com sua maior concorrente, a Sadia, que subiu 3,3 por cento, a 4,70 reais.

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