Paulo Liebert/Estadão
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Investigação contra Grubisich ficou sob segredo de Justiça por oito meses

Sigilo só foi levantado depois que o executivo foi preso nesta quarta-feira, 20, em Nova York

Fernando Scheller, O Estado de S.Paulo

20 de novembro de 2019 | 19h05

SÃO PAULO – A decisão de acusar o executivo José Carlos Grubisich, ex-presidente da Braskem, por crimes cometidos durante seu período como executivo da petroquímica e consultor do Grupo Odebrecht, ficou sob segredo de Justiça por quase oito meses.

Segundo documento divulgado nesta quarta-feira, 20, pelo Departamento de Justiça (DoJ) americano, o grande júri do Distrito Leste de Nova York decidiu acusar Grubisich de três crimes em uma deliberação de fevereiro: conspiração para violar leis antiproprina, violação de balanços e arquivos com informações corporativas e lavagem de dinheiro.

O indiciamento ficou sob segredo de Justiça desde então. As acusações só foram reveladas nesta quarta-feira, 20, depois que o executivo foi preso ao chegar no Aeroporto JFK, em Nova York, em um voo vindo de São Paulo.

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