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Investigação de Cacciola depende de quebra de sigilo na Itália

Antes de ser preso em Mônaco, ex-banqueiro viveu sete anos no país, movendo-se com habilidade financeira

Gina Marques, especial para o Estado,

22 de fevereiro de 2008 | 17h37

O sucesso das investigações do governo brasileiro sobre Salvatore Cacciola depende da quebra do sigilo bancário do ex-banqueiro na Itália. A existência de contas secretas supostamente mantidas pelo ex-banqueiro no exterior já é investigada, mas a estratégia depende da abertura dos dados. Como Cacciola é italiano, a autorização para isso deve vir do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), órgão subordinado à Secretaria Nacional de Justiça.   Leia a íntegra da reportagem na edição deste sábado de O Estado de S. Paulo   A investigação não deve ser simples. Antes de ser detido em Monte Carlo em setembro passado, Cacciola viveu sete anos confortavelmente no país, movendo-se com habilidade financeira. Segundo declarou o secretario nacional da justiça, Romeu Tuma Junior, "não existe ninguém com mais conhecimento técnico para enviar dinheiro ao exterior do que um presidente de banco".   O procedimento também pode ser demorado. O pedido teria que ser encaminhado através da Embaixada do Brasil na Itália, mas segundo fontes da embaixada, "nos últimos anos o assunto Cacciola não foi proposto como matéria das relações exteriores entre Brasil e Itália". Além disso, o Brasil nunca fez nada para obter os dados de movimentação financeira de Cacciola.

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