iPad estreia com filas em lojas da Ásia e da Europa

Consumidores ansiosos tomavam ontem as lojas da Apple na Ásia e na Europa, com a chegada do tablet iPad às prateleiras fora dos Estados Unidos pela primeira vez. O aparelho, um pouco menor que uma folha de papel carta e com uma tela sensível ao toque, é projetado para navegar na web, assistir a filmes e ler livros, e é visto pela indústria editorial como um potencial salva-vidas.

, O Estado de S.Paulo

29 de maio de 2010 | 00h00

A Apple já vendeu 1 milhão de iPads nos EUA desde sua estreia em 3 de abril, superando as estimativas mais otimistas de pré-lançamento. A procura foi tão intensa que a empresa atrasou o lançamento internacional em um mês. A RBC Capital Markets estima que as vendas globais do iPad chegarão a 8,13 milhões de unidades até o fim do ano.

"Senti uma emoção real quando o tive finalmente em minhas mãos", disse Takechiyo Yamanaka, 19 anos, que acampou em frente à loja da Apple em Tóquio para ser o primeiro na fila.

"É uma decisão emocional, porque não é racionalmente justificável", disse Anna Kistner enquanto saía da loja da Apple em Munique, na Alemanha, com dois iPads. "É muito dinheiro."

O iPad está à venda na Alemanha, França, Itália, Suíça, Espanha, Grã-Bretanha, Japão, Austrália e Canadá. Os preços da versão mais econômica vão de US$ 499 nos Estados Unidos a US$ 617 na Grã-Bretanha.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.