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IPC-S acelera 0,17% na primeira prévia de novembro

Indicador foi empurrado pelo aumento mais forte de preços no grupo alimentação na semana

Alessandra Saraiva, da Agência Estado, Agencia Estado

08 de novembro de 2007 | 08h28

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) apurada até a última quarta-feira, 7, ficou em 0,17%, ante a elevação de 0,13% apurada no indicador anterior, referente ao mês de outubro. O resultado, divulgado nesta quinta pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou entre as estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado, que esperavam um resultado entre 0,10% e 0,25%, e acima da mediana das expectativas (0,16%). A principal contribuição para a aceleração do indicador partiu do aumento mais forte de preços no grupo alimentação (de 0,25% para 0,39%), na passagem do IPC-S da semana até 31 de outubro para o índice de novembro medido até quarta.Das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice, quatro apresentaram aumento mais intenso de preços, ou taxas negativas mais fracas, no período. Além de alimentação, é o caso de habitação (de -0,05% para -0,04%); transportes (de -0,19% para -0,12%); e despesas diversas (de 0,04% para 0,07%). Outros dois grupos apresentaram desaceleração de preços, no mesmo período, como vestuário (de 1,30% para 1,12%); e saúde e cuidados pessoais (de 0,25% para 0,23%). Já o grupo educação, leitura e recreação permaneceu com a mesma taxa de elevação, no período (de 0,13%).   A Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou que, ao analisar a movimentação de preços entre os produtos usados para cálculo do IPC-S de até 7 de novembro, as elevações de preços mais expressivas foram apuradas no setor de alimentação. No âmbito do indicador, os três aumentos de preços mais significativos foram os de batata-inglesa (20,83%); feijão carioquinha (17,23%); e maçã nacional (15,95%).   Ainda segundo a FGV, as mais significativas quedas de preço, no IPC-S de até 7 de novembro, foram registradas em tarifas e alimentos. É o caso das três deflações registradas em leite tipo longa vida (-14,06%); tarifa de eletricidade residencial (-1,27%); e açúcar refinado (-6,96%).

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