IPC-S fica em 0,01% na prévia encerrada em 22 de maio

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) subiu 0,01% até a quadrissemana encerrada em 22 de maio, ante alta de 0,20% no IPC-S anterior, de até 15 de maio. A informação foi divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa anunciada hoje ficou abaixo do piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado, que esperavam um resultado entre 0,05% a 0,25%, e abaixo da mediana das expectativas (0,17%). De acordo com a FGV, a desaceleração na taxa do indicador deve-se às deflações registradas nos grupos Alimentação (de 0,06% para -0,29%) e Transportes (de -0,10% para -0,51%), na passagem do IPC-S de até 15 de maio para o indicador de até 22 de maio. Dos sete grupos que compõem o indicador, cinco registraram desaceleração ou até queda mais intensa de preços, no mesmo período. Além dos dois já citados, é o caso de Habitação (de 0,32% para 0,26%); Vestuário (de 0,79% para 0,45%); e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,96% para 0,80%). Os outros dois grupos registraram aceleração ou deflação menos intensa de preços, como Educação, Leitura e Recreação (de -0,50% para -0,49%) e Despesas Diversas (de 0,08% para 0,17%). Por produtos, as altas de preço mais expressivas, no âmbito do IPC-S, foram registradas nos preços de empregada doméstica (4%); plano e seguro saúde (0,93%); e tomate (7,74%). Já as mais expressivas quedas de preço foram registradas em álcool combustível (-11,12%); batata-inglesa (-10,56%) e mamão da amazônia - papaya (-11,84%).

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