IPC-S fica em 0,06% no período até 7 de agosto

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ficou em 0,06% no período encerrado em 7 de agosto, ante alta de 0,13% apurada no IPC-S anterior, de até 31 de julho. O resultado, anunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou abaixo do piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado, que projetavam resultado entre 0,12% a 0,20%, e abaixo da média das expectativas (0,18%).Segundo a FGV, o recuo na taxa do indicador foi impulsionado pelas desacelerações de preços, do IPC-S de até 31 de julho para o indicador anunciado hoje, em Vestuário (-0,91% para -1,66%) e Habitação (de 0,72% para 0,63%).Dos sete grupos que compõem o indicador, cinco apresentaram recuo de preços, ou até deflação mais intensa, no mesmo período. Além dos dois já citados, é caso de Transportes (de 0,34% para 0,32%); Despesas Diversas (de 0,24% para 0,11%) e Alimentação (de -0,64% para -0,65%).O único grupo a apresentar aceleração de preços no período foi Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,46% para 0,49%). Por fim, Educação, Leitura e Recreação permaneceu com a mesma taxa do IPC-S anterior (0,30%).Por produtos, as altas de preço mais expressivas no IPC-S de até 7 de agosto foram apuradas em tarifa de telefone residencial-assinatura e pulsos (4,04%); passagem aérea (11,04%) e melancia (18,04%).Já as mais expressivas quedas de preço foram observadas em batata-inglesa (-15,9%); mamão da amazônia - papaya (-17,44%) e leite tipo longa vida (-3,98%).

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