Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

IPC-S sobe 0,87% na semana até o dia 22

Índice da FGV desacelerou pela segunda vez consecutiva, com altas menores de carnes e frutas 

Alessandra Saraiva, da Agência Estado,

23 de dezembro de 2010 | 08h12

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou pela segunda vez consecutiva. É o que informou nesta quinta-feira, 23, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ao anunciar alta de 0,87% para o indicador até a quadrissemana encerrada em 22 de dezembro, abaixo do IPC-S imediatamente anterior, referente à quadrissemana finalizada em 15 de dezembro, quando subiu 1,06%. Das sete classes de despesa usadas para cálculo do IPC-S, quatro apresentaram decréscimos em suas taxas de variação de preços.

A principal contribuição para a taxa menor do IPC-S partiu do grupo alimentação - cuja inflação desacelerou de 2,45% para 1,82% no período. A fundação informou que, entre os alimentos, foram apurados aumentos menos intensos de preços em produtos importantes no cálculo da inflação varejista, como carnes bovinas (de 8,35% para 5,41%) e frutas (de 5,13% para 3,28%).

Mas os alimentos não foram a única classe de despesa a apresentar decréscimo em sua taxa de variação. Mais três grupos, entre os sete pesquisados pela fundação, apresentaram taxas de inflação mais fracas, no mesmo período. É o caso de habitação (de 0,41% para 0,38%), vestuário (de 0,96% para 0,82%), e saúde e cuidados pessoais (de 0,51% para 0,47%).

Já os grupos restantes apresentaram aceleração de preços, no mesmo período. É o caso de educação, leitura e recreação (de 0,42% para 0,46%), transportes (de 0,57% para 0,60%), e despesas diversas (de 0,39% para 0,46%).

Alimentos

A principal contribuição para a taxa menor do IPC-S partiu do grupo alimentação - cuja inflação desacelerou de 2,45% para 1,82% no período.

A fundação informou que, entre os alimentos, foram apurados aumentos menos intensos de preços em produtos importantes no cálculo da inflação varejista, como carnes bovinas (de 8,35% para 5,41%) e frutas (de 5,13% para 3,28%).

Os alimentos não foram a única classe de despesa a apresentar decréscimo em sua taxa de variação de preços, entre a segunda e a terceira quadrissemana de dezembro. Mais três grupos, entre os sete pesquisados pela fundação, apresentaram taxas de inflação mais fracas, no mesmo período. É o caso de habitação (de 0,41% para 0,38%),vestuário (de 0,96% para 0,82%), e saúde e cuidados pessoais (de 0,51% para 0,47%).

Já os grupos restantes apresentaram aceleração de preços, no mesmo período. É o caso de educação, leitura e recreação (de 0,42% para 0,46%), transportes (de 0,57% para 0,60%), e despesas diversas (de 0,39% para 0,46%).

A FGV informou ainda que, entre os produtos pesquisados para cálculo do IPC-S de até 22 de dezembro, as elevações mais significativas foram apuradas nos preços de açúcar refinado (10,83%); aluguel residencial (1,02%); alcatra (7,50%); Já as mais expressivas quedas foram registradas nos preços de batata-inglesa (-12,02%); feijão carioquinha ( -12,77%); e melancia (-13,61%).

Tudo o que sabemos sobre:
inflaçãoIPC-SFGV

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.