IPC-S sobe para 0,42% (ante 0,28% da semana anterior)

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu para 0,42% na semana encerrada em 3 de maio, ante os 0,28% apurados anteriormente. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) a causa foi a aceleração de preços em cinco dos sete grupos que compõem o indicador, ante o IPC-S de até 26 de abril. É o caso de Alimentação (que passou de 0,15% para 0,36%); Habitação (de 0,38% para 0,50); Vestuário (0,71% para 1,09%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,75% para 0,91%) e Transportes (que foi de -0,51% para ?0,25%).O IPC-S é divulgado pela FGV às segundas-feiras e apresenta comportamento similar ao da taxa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), utilizado pelo governo para cálculo de meta de inflação. No caso de Alimentação, a FGV observa, em comunicado, que o grupo "interrompeu a tendência de desaceleração verificada nas últimas edições (do IPC-S)". As maiores contribuições para a alta de preços no setor foram as acelerações de preço em Hortaliças e Legumes, Frutas, Adoçantes e Laticínios. Porém, o grupo Habitação foi o responsável pela maior influência individual para a formação do IPC-S, de 0,16 ponto percentual.Os únicos grupos a apresentarem desaceleração de preços no período foram Educação, Leitura e Recreação (de 0,31% para 0,15%) e Despesas Diversas (de 0,80% para 0,59%). Por produtos, as mais expressivas altas foram registradas em Batata-inglesa (15,66%); Tarifa Elétrica Residencial (1,44%) e Gás de Bujão (2,74%). Por regiões, das 12 capitais pesquisadas, nove registraram aceleração.

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