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IPCA-15 fica em 2,08% em novembro (0,9% em outubro)

Os reajustes nos preços dos alimentos e dos combustíveis fizeram a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subir para 2,08% em novembro, ante alta de 0,90%. Os dados foram divulgados hoje pelo IBGE. O número ficou perto do máximo previsto pelos analistas. As previsões variavam entre 1,50% e 2,20%.O IPCA-15 acumulado no ano passa a ser de 8,67%; o acumulado em 12 meses chega a 9,27%.A pressão do dólar elevou os preços dos alimentos, com alta de 4,47% em novembro, ante 1,77% em outubro. Os principais destaques foram açúcar cristal (30,83%) e refinado (27,07%), farinha de trigo (22,80%), arroz (11,87%), óleo de soja (10,61%), macarrão (9,64%), pão francês (9,78%), ovos (8,36%) e café moído (7,57%). No caso dos combustíveis, a alta foi de 5,23%, refletindo nas bombas o início do repasse do reajuste de 12,09% ocorrido nas refinarias a partir do dia 4 de novembro. Houve aumento também no gás de cozinha (3,98%) e no álcool combustível (17,59%), em função de repasse de reajustes praticados pelos usineiros. Destacaram-se, ainda, segundo o IBGE, as passagens aéreas, cujos preços aumentaram 17,55%. No ano, a taxa do IPCA-15 ficou em 8,67% e nos últimos doze meses, em 9,27%. O índice é calculado segundo a mesma metodologia do IPCA, mas a diferença está no período de coleta: enquanto a coleta de preços do IPCA é realizada ao longo do mês civil, a do IPCA-15 é realizada, aproximadamente, do dia 15 do mês anterior ao dia 15 do mês de referência.

Agencia Estado,

26 de novembro de 2002 | 09h50

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