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Ipea vê avanço na substituição de importações na indústria

A indústria está avançando no processo de substituição de importações, afirma um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). Ajudado pela alta cotação do dólar, o movimento de substituição compensa, em parte, o pouco vigor do consumo do mercado interno, diz o instituto. O levantamento mostra que a taxa de participação dos importados no consumo aparente de produtos industriais encolheu de 15,4% para 13%, no primeiro trimestre, comparado ao primeiro trimestre de 2001.Para o coordenador do grupo de acompanhamento conjuntural do Ipea, Paulo Mansur Levy, a taxa de câmbio deu maior competitividade ao produto doméstico. Na avaliação do secretário-adjunto de política econômica do governo, Roberto Iglesias, há evidências de que vêm ocorrendo mudanças quanto às importações industriais. Uma delas, diz, é o fato de que a produção industrial cresce enquanto as importações de produtos intermediários caem. "As duas curvas abriram."Levy argumenta que o levantamento é preliminar, mas diz que o cenário poderá representar um elemento a mais para a retomada da indústria.O coordenador de política econômica da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Flávio Castelo Branco, não crê em mudanças significativas. "Não acredito em mudança mais significativa. O que determina a importação no País é o nível de atividade. A queda reflete a baixa atividade."

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