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Itália apoia agenda de disciplina fiscal da UE, diz premiê

Monti argumentou, porém, que o excesso de austeridade fiscal pode oprimir uma eventual recuperação

Cynthia Decloedt, da Agência Estado,

16 de dezembro de 2011 | 12h11

ROMA - A Itália apoia amplamente a agenda de disciplina fiscal demandada pelos líderes da União Europeia, disse o primeiro-ministro do país, Mario Monti. Segundo ele, seu governo endossou totalmente o chamado "pacto fiscal" que os líderes europeus e o Banco Central Europeu (BCE) dizem ser necessário para colocar as finanças públicas da zona do euro em trajetória melhor.

Monti argumentou também que o excesso de austeridade fiscal pode se mostrar contraproducente no curto prazo ao oprimir uma eventual recuperação econômica. A Itália aprovou três planos de austeridade este ano, para cortar o déficit fiscal do país em quase 6% do PIB nos próximos dois anos.

Monti, em conferência no Banco da Itália, disse haver risco atualmente de que a moeda única possa levar a conflitos entre seus países membros. Ele acrescentou que, no passado, já foi cético quanto a tal argumento. As informações são da Dow Jones.

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