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Itália diz que sua presidência do G-7 combaterá protecionismo

Ministros e presidentes de BCs do grupo se reúnem na sexta e no sábado pela 1ª vez sob a presidência italiana

Nathália Ferreira, da Agência Estado,

12 de fevereiro de 2009 | 11h26

O Ministério das Finanças da Itália afirmou nesta quinta-feira, 12, que a presidência do seu país do Grupo dos Sete países mais industrializados do mundo (G-7) terá como foco conter o protecionismo e criar uma série de regras para governar a economia global. "Fomentar uma estrutura comum para ações políticas e combater pressões protecionistas, que tendem a ganhar força em condições econômicas difíceis, serão os pontos centrais do nosso trabalho", afirmou o Ministério em seu site.   Veja também: Renault eliminará 9 mil empregos; lucro cai 78,6% em 2008 Peugeot-Citröen estuda demissões no exterior, diz jornal União Europeia rejeita assumir 'bancos podres' Queda na indústria da UE em dezembro é recorde Economia volta a encolher e Espanha fecha ano em recessão De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise    A Itália assumiu a presidência do G-7 - que inclui EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido e Canadá - em 2009. A Rússia é incluída na maioria dos encontros do G-7, formando o Grupo das Oito nações líderes (G-8). Os ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais dessas nações se reúnem em Roma na sexta-feira e no sábado pela primeira vez sob a presidência italiana.   A desaceleração econômica global tem levado alguns países a adotar medidas protecionistas que podem prejudicar a economia mundial ainda mais. Uma cláusula "Buy American" no plano de estímulo dos EUA provocou reclamações de que tal nacionalismo só vai piorar os problemas.   A França também foi criticada por outros países europeus por causa de um plano de resgate do setor automotivo que faz parte do esforço do presidente francês, Nicolas Sarkozy, de proteger os empregos no seu país. "Estamos no meio da crise econômica e financeira global mais severa em décadas", disse o Ministério das Finanças da Itália, acrescentando que o G-8 terá um papel crucial em promover ações em nível global. As informações são da Dow Jones.

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