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Itália precisa de 'significativo' impacto do orçamento

A Itália precisa de um "significativo" impacto do orçamento planejado para 2014 na economia, disse o subsecretário do Ministério de Economia e Finanças do país, Pier Paolo Baretta, em entrevista à MNI.

AE, Agencia Estado

14 de outubro de 2013 | 07h09

O orçamento de 2014 deve trazer um impacto de 10 bilhões de euros a 12 bilhões de euros no Produto Interno Bruto (PIB) do país e deve ser aprovado pelo gabinete do primeiro-ministro, Enrico Letta, amanhã. A proposta é reduzir os impostos trabalhistas e cortar os gastos públicos, mas o governo ainda está discutindo os reais impactos do orçamento na economia, disse Baretta.

Analistas disseram à MNI que o impacto será insuficiente, e o principal grupo lobista da indústria, o Confindustria, pediu para que o governo financie uma redução de 10 bilhões de euros nos impostos trabalhistas.

"A prioridade hoje é o mercado de trabalho, então reduzir o imposto trabalhista é o único modo de ajudar as empresas a investir nos trabalhadores e estimular o consumo e a produtividade", disse Paolo Boccardelli, diretor de MBA na LUISS Business School. Para ele, o governo precisa investir mais do que os 4 bilhões de euros que planeja nesta medida.

No plano orçamentário também está previsto o lançamento de uma revisão dos gastos públicos, para identificar áreas onde ocorrem desperdícios e melhorar a qualidade do serviço público, disse uma fonte do governo. Essa missão foi atribuída ao ex-diretor do Departamento de Assuntos Econômicos do Fundo Monetário Internacional (FMI), que assumirá o cargo em 23 de outubro.

Alberto Mingardi, diretor do Bruno Leoni Institute, afirmou que a Itália tem um grande problema de crescimento, e que para resolver essa questão é preciso ou cortar impostos ou melhorar a burocracia ao eliminar uma série de regras e regulações. "A revisão dos gastos deve andar de mãos dadas com uma revisão ''legal'', enquanto o governo deve cortar a taxação geral em 15% e financiar isso via uma série de privatizações", afirmou. Fonte: Market News International.

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