Itaú antecipa Open Finance com Agregador que facilita a vida de quem investe
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Itaú antecipa Open Finance com Agregador que facilita a vida de quem investe

Funcionalidade do app íon Itaú permite que clientes vejam seus investimentos em diferentes instituições de forma consolidada

Itaú, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

15 de setembro de 2021 | 08h00

O ano de 2022, que deve ser marcado pela consolidação do Open Finance, já é uma realidade para os clientes investidores do banco Itaú. Isso porque o novo app de investimentos do maior banco privado da América Latina já possibilita que investidores – sempre que quiserem e autorizarem – vejam, em um único painel, as aplicações que tenham em até oito bancos e corretoras diferentes.

Pelo calendário do Banco Central, a quarta e última fase do Open Finance, que implementará o compartilhamento de informações sobre produtos de investimentos, previdência, entre outros, está prevista para o dia 15 de dezembro.

A inovação pretende mudar a relação entre instituições e clientes, melhorando a oferta de produtos e serviços a um custo menor e de forma mais personalizada.

“Entendemos que não era preciso esperar a próxima fase do Open Finance para oferecer esta possibilidade. Com o Agregador do íon Itaú, nos antecipamos para permitir ao cliente uma experiência única de investimento, com uma visão geral da carteira”, explica Claudio Sanches, diretor de Produtos de Investimento e Previdência do Itaú.

Com a novidade, o íon passou a ser, em julho, o primeiro aplicativo de um banco do País a oferecer essa funcionalidade. O Agregador mostra a posição individual de produtos como fundos, ações, CDB, debêntures, entre outros. Segundo um levantamento do Itaú, desde seu lançamento, os mais de 100 mil usuários do app íon agregaram mais de R$ 3,6 bilhões em investimentos.

Até agora, os dados apontam que 82,5% dos clientes que estão usando o Agregador do app mantêm investimentos em duas instituições financeiras, enquanto 17,5% têm recursos em três ou mais instituições, o que reforça a importância da funcionalidade.

Com as oito instituições disponíveis para serem “agregadas”, o app íon Itaú já consegue cobrir mais de 90% do dinheiro investido no mercado, segundo Sanches. Outras instituições ainda estão sendo incorporadas no app conforme os pedidos e feedbacks dos clientes.

Para Sanches, esse novo modelo de compartilhamento beneficia a todos, mas principalmente ao cliente. Ele conta que essa visão consolidada da carteira foi um dos principais desejos expressados por investidores nas pesquisas realizadas pelo Itaú antes de desenvolver o app e suas funcionalidades. Assim, investidores não precisam ficar pulando de app em app para ver seus investimentos. Para o banco, a funcionalidade possibilita a entrega de uma experiência mais completa, que leva em consideração não apenas o que a pessoa tem investido no Itaú.  

“A partir do momento em que podemos ver todos os investimentos daquele cliente, não apenas os feitos no Itaú, conseguimos melhorar a oferta de produtos e fazer a melhor recomendação, adequada ao risco da carteira total”, explica Sanches, acrescentando que há todo um debate sendo feito sobre como aplicar o suitability dos clientes quando o Open Finance de Investimentos se tornar realidade para o mercado como um todo.

Além disso, Sanches acredita que uma das principais consequências dessa visão ampla da carteira será a de ofertas de produtos e condições cada vez melhores para os clientes por parte das instituições. “Podemos identificar, por exemplo, o que falta na prateleira de ofertas do Itaú ou mesmo se é uma questão de taxa, o que nos permite melhorar ainda mais a oferta que fazemos”. Por enquanto, no app íon Itaú o cliente só pode transacionar (aplicar e resgatar) os investimentos feitos no banco, que, entre produtos próprios e de outros gestores, oferece mais de 1.500 opções.

O agregador, destaca Sanches, reforça a prioridade na rentabilidade dos clientes e na transparência. Os especialistas em investimentos íon Itaú não têm remuneração variável atrelada a um produto específico, mas sim à rentabilidade da carteira dos clientes.

“A ferramenta que esses especialistas usam para recomendar produtos olha a carteira toda e, se for o caso, pode recomendar, sim, uma realocação para um produto de outro banco ou instituição”, explica Sanches. Na prática, o diretor explica que os especialistas íon vão “demandar” condições (produtos e taxas) cada vez mais competitivas para que o Itaú tenha sempre as melhores ofertas para o cliente. “Todos ganham com essa dinâmica”, observa o diretor.

O Agregador de Investimentos é a principal novidade do app íon Itaú, mas não a única. Quem acessa o íon encontra stories no estilo Instagram, com pílulas sobre o mercado financeiro, e um feed de notícias com as principais informações e relatórios, inspirado no feed do Facebook. “A ideia é que as informações fiquem disponíveis no app do cliente de acordo com seus interesses. Estamos construindo essa inteligência”, acrescenta Sanches, lembrando que há um compromisso do banco em evitar o viés de confirmação. “Não é rede social, não é caça likes. Vamos oferecer um conteúdo importante para aquele cliente, dentro do que faça sentido para ele ou para ela.”

Até o fim do ano, a expectativa é que o app íon Itaú tenha sido baixado por 500 mil clientes. Novas funcionalidades também serão agregadas ao aplicativo, dentro de um modelo de construção feito em parceria com os clientes, por meio de feedbacks feitos no próprio aplicativo. “É algo que para startups é normal, mas nas grandes instituições não. Vamos sempre evoluir e priorizar funcionalidades de acordo com os feedbacks colhidos com quem realmente usa o app no dia a dia.”

 

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