Itaú se consolida na oferta de ativos estrangeiros
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Itaú se consolida na oferta de ativos estrangeiros

Com ETFs, crédito privado e carteiras predefinidas, banco engorda prateleira de investimentos com exposição internacional

Itaú Personnalité, Media Lab Estadão
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14 de março de 2021 | 06h00

De olho em uma demanda crescente, o Itaú vem ampliando o foco na diversificação dos investimentos atrelados ao exterior. A prateleira do banco tem hoje 31 itens com alocações no mercado estrangeiro, entre fundos próprios e de terceiros, e carteiras operadas pela Itaú Asset. A contratação e a gestão dos recursos podem ser feitas pelo app Itaú e, para fundos, também pelo íon Itaú, novo aplicativo da companhia dedicado a investimentos ainda em fase de testes.

A oferta é uma resposta à realidade doméstica que, de um lado, impõe o desafio de otimizar a relação risco-retorno em um cenário de juros baixos e de indicadores econômicos preocupantes. De outro, oferece poucas opções de diversificação no mercado interno, com renda fixa ligada a juros baixos e fundos com exposição internacional limitada.

“Até há pouco tempo, um produto sofisticado tinha tíquete de entrada superior a R$ 50 mil. Isso precisa mudar”, avalia Cláudio Sanches, diretor do Itaú Unibanco na área de Produtos de Soluções em Investimentos.

Entre as opções disponíveis no Itaú, 70% são acessíveis por R$ 100 ou menos. Entretanto, a democratização desses produtos ainda é um desafio: apenas 22% dos fundos com exposição internacional no Itaú estão disponíveis para pequenos investidores.

O restante segue restrito a investidores qualificados, que têm mais de R$ 1 milhão já alocados. O cenário reflete a legislação vigente ditada pela Comissão de Valores Imobiliários (CVM), responsável pela regulação do mercado de investimentos no País. Fundos de renda fixa destinados aos pequenos investidores podem ter até 20% de patrimônio aplicado em investimentos estrangeiros.

Nos fundos de ações e multimercados, esse limite sobe para 40%. Os fundos na prateleira do Itaú reúnem cobiçados ativos internacionais.

Entre eles está o ‘Treasury’, título do tesouro americano com vencimento de 10 anos. “É um dos ativos mais seguros do mundo, competindo só com o ouro”, explica Martin Iglesias, gerente de Oferta de Investimentos e Finanças Comportamentais do Itaú Unibanco.

Outro exemplo de ativos são os Treasury Inflation Protected Securities (Tips) dos EUA, que seguem a mesma lógica do Tesouro IPCA+, protegendo os juros da inflação.

Os High Yields, crédito privado de empresas estrangeiras, equivalem às debêntures e a outros títulos privados comuns no mercado nacional. O banco também oferece os fundos de títulos soberanos de países emergentes.

Neles, para equilibrar risco e retorno, os gestores combinam taxas de juros, prazo de vencimento e o risco de cada país emissor. Na frente de renda variável, estão disponíveis os ETFs, fundos que replicam os índices de bolsas como da Europa, dos EUA e do Japão.

Quanto ao investimento ESG, em linha com a responsabilidade ambiental, social e de governança das empresas, existem três produtos com exposição internacional. Um fundo com análise ESG de renda fixa e variável de empresas globais, e dois ETFs atrelados a companhias que garantem energia limpa e atividades sustentáveis relacionadas à água.

A exposição geográfica dos investimentos internacionais considera realidades de países com economia desenvolvida, como EUA, Japão e países da Europa, e de emergentes e com oscilações maiores, como Chile, China e outras nações do sudeste asiático.

“Isso porque, se você investe só em um país, vários ativos vão para o mesmo lado. Para a diversificação é melhor ativos e economias descorrelacionadas, que caminhem para lados diferentes”, assegura Sanches.

Acesse os dados completos aqui.

Carteira Itaú: inovação na volatilidade do mercado

A velocidade com que os cenários econômicos nacional e internacional mudam pede rapidez nas decisões em prol da maximização do retorno dos investimentos. Mas, como boa parte dos investidores não consegue acompanhar as recomendações para consolidar novos aportes a todo momento, driblar esses obstáculos passa a ser decisivo para maiores retornos.

Na Itaú Asset, a “solução empacotada” da família Carteira Itaú é um dos caminhos viáveis para os clientes atualizarem suas carteiras. Na prática, a gestora consolida as próprias recomendações para investimentos nacionais e internacionais.

Em vez de o cliente atualizar as alocações, as operações são feitas via gestora, isentando o investidor de cobrança de impostos entre as movimentações. O primeiro, lançado no pré-pandemia, ainda no final de 2019, é o Carteira Itaú, que aloca até 20% do patrimônio no exterior.

Os outros quatro – Carteira Itaú Internacional, Carteira Itaú Internacional Agressivo, Carteira ESG Internacional e Carteira Itaú Internacional de Previdência – têm até 100% do patrimônio alocado em ativos internacionais. Para a gestão do portfólio internacional, uma vez por ano a asset define o percentual a ser alocado em cinco classes de ativos: ações globais, títulos soberanos estrangeiros, crédito privado, ETFs e ouro.

Essa lógica de combinação já foi posta à prova, e deu conta do tranco num primeiro momento. No fatídico mês de março de 2020, o fundo despencou 7,48%, enquanto o Ibovespa afundou 31,88%. No compilado do ano marcado pela pandemia, e o primeiro de operação da Carteira Itaú, o fundo rendeu 10,52%, ante 2,92% do Ibovespa.

Mas o resultado positivo não é 100% garantido. Ao contrário, ele depende de análises diárias e ajustes mensais feitos nas alocações da carteira. Cláudio Sanches, diretor do Itaú Unibanco na área de Produtos de Soluções em Investimentos, cita que há uma equipe no Brasil e outra em Nova York acompanhando diariamente o mercado global, com análises macro e microeconômicas. Para cada uma das cinco carteiras da família, são feitas mais de 10 milhões de modelagens sobre cenários e possíveis rentabilidades.

 

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