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Itaú Unibanco prevê queda no spread nos próximos meses

Presidente do banco diz que algumas taxas reduzidas por bancos oficiais não eram sustentáveis no auge da crise

Ricardo Leopoldo, da Agência Estado,

11 de agosto de 2009 | 11h34

O presidente executivo do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal, disse nesta terça-feira, 11, que após a redução do spread nos bancos públicos no começo do ano, as entidades financeiras privadas devem baratear o custo do crédito no segundo semestre.

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Setubal afirmou que a tendência no curto prazo é de redução dos spreads cobrados pelas instituições financeiras. "Esse processo de queda já vem ocorrendo e deve ter continuidade nos próximos meses", afirmou.

 

Setúbal, em palestra proferida para empresários em São Paulo, ressaltou que alguns fatores determinam os atuais patamares de spread. Ele destacou que a inadimplência é um dos principais, pois responde por 30% a 40% do patamar do spread.

 

Bancos públicos

 

Ele destacou que os bancos públicos tiveram um papel importante recentemente para elevar a concessão de crédito da economia, o que faz parte da estratégia "correta" do governo de adotar medida anticíclicas para atenuar os efeitos da crise sobre o País.

 

Contudo, Setúbal mencionou que algumas taxas de spreads reduzidas pelos bancos oficiais "não são sustentáveis". Segundo ele, no início deste ano, enquanto os juros cobrados pelos bancos comerciais subiam, devido ao encolhimento do crédito mundial, os bancos públicos diminuíram os spreads.

 

Para ele, a tendência é de que as taxas cobradas tanto por bancos públicos quanto privados se estabilizem no mesmo patamar. "O sistema financeiro reduziu os spreads no último trimestre e houve aumento da concessão de crédito. Estamos em uma fase de retomada do crédito com redução do spread", afirmou.

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