Divulgação/Budel
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Iveco está na sua melhor forma, segundo transportadores

Empresários de transporte aprovam os caminhões pesados Hi-Way e Hi-Road e desmistificam fama do passado

Iveco, Estadão Blue Studio
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24 de setembro de 2021 | 07h30

O mercado de caminhões está aquecido. E isso ajudou a Iveco a crescer 107% nas vendas das linhas Hi-Road e Hi-Way, enquanto o setor cresceu 61%. Os dados são relativos às vendas do primeiro semestre de 2021.

Contudo, se alguém ainda acredita que o aumento das vendas se dá apenas pelo aquecimento do mercado, engana-se. Enquanto o setor de pesados cresceu 50% no primeiro semestre de 2021, a Iveco dobrou suas vendas no mesmo período, mostrando também o aumento da preferência pela marca, como destacam empresários do setor de transportes, donos de caminhões da montadora.

Proprietário da Framento Transportes, Luiz Framento diz que é cliente Iveco desde o início dos anos 2000. Ou seja, o empresário tem propriedade para falar da marca. E até para comparar os caminhões italianos aos demais concorrentes, já que sua frota é multimarca.

Evolução da espécie

Segundo Framento, a Iveco evoluiu muito, principalmente com relação à robustez e à economia de combustível – o que, segundo ele, são itens imprescindíveis para a redução do custo total de operação (TCO, na sigla em inglês).

“Eu tenho um Iveco Stralis, modelo que não é mais produzido, e também adquiri o Hi-Road e o Hi-Way. E posso afirmar que, perto dos Stralis antigos, os novos modelos chegam a ser 20% mais econômicos. Outra coisa que mudou é que o caminhão não faz tantas paradas para manutenção. A linha está mais parruda”, diz o empresário.

Ele ainda acrescenta que há um concorrente que consome um pouco mais frente ao Hi-Road. E ambos têm motorização equivalente, de 440 cv.

A Framento opera no transporte de cargas frigorificadas em todo o País. E todos os caminhões rodam com carretas LS de três eixos convencionais.

Ampliação da rede

O empresário ainda diz que percebeu o aumento da rede de concessionária. “Andamos muito pelo Nordeste. E antigamente havia uma carência de concessionárias da marca na região. Hoje não há mais esse problema.”

Diretor de Marketing da Iveco para a América do Sul, Bernardo Pereira explica que ao longo dos anos a Iveco reestruturou a rede. Hoje são 80 pontos de atendimento espalhados pelo País. E até o final do ano deverão totalizar 100 pontos de atendimento.

“São grupos fortes que representam a marca Iveco. Além disso, a rede passa por um processo rigoroso de padrão de vendas e de pós-vendas. Dessa forma, podemos garantir que o cliente tem um padrão de atendimento homogêneo, de Norte a Sul do País. Isso garante a qualidade dos serviços”, diz Pereira.

Além do atendimento presencial, a Iveco, com a chegada da pandemia no Brasil, criou canais de atendimento online. Um deles é o WhatsApp, onde os clientes podem conversar com profissionais da rede e obter informações, marcar horário de atendimento, etc.

Na Budel, Iveco superou as expectativas

Presidente da Budel Transportes, Marcus Budel diz que comprou oito caminhões Iveco Hi-Way de 440 cv. E que a aquisição, feita há um ano, ocorreu pela necessidade de crescer no mercado. A transportadora também possui caminhões de outras marcas e com capacidades e potências equivalentes ao competidor da Iveco, totalizando 700 veículos que operam no transporte de produtos químicos. E que todos os caminhões operam atrelados a vanderleias (carretas de três eixos).

“O Hi-Way superou as minhas expectativas. Ele é um caminhão muito confortável e forte. E o consumo de diesel é equivalente aos demais da frota. São caminhões novos, então não posso falar sobre manutenção. Mas em todas as vezes que precisei de atendimento da rede eu fui bem recebido. Geralmente somos atendidos pela concessionária de São José dos Pinhais (PR)”, disse Marcus Budel.

Para o executivo, a opinião dos motoristas é levada em conta. Mesmo porque sua operação envolve cargas consideradas perigosas. Dessa forma, além de robustez e boa média, os motoristas devem se sentir confortáveis. E o caminhão entrega boa dirigibilidade e segurança. E, com relação a esses itens, os motoristas aprovaram o modelo da grife italiana.

Segundo o empresário, os motoristas relatam que não é difícil fazer uma boa média nos caminhões da marca – o que, segundo Budel, é um bom sinalizador de que realmente os caminhões italianos evoluíram.

Bom desempenho no rodotrem

A Giovanella é uma tradicional empresa do Rio Grande do Sul com forte atuação no transporte de carga seca na região Sul e no Rio de Janeiro. E é conhecida por operar com todas as seis marcas de caminhões pesados no mercado.

Sua operação ocorre com rodotrem de 9 eixos. Por isso, os caminhões têm potências superiores a 480 cv. Alguns modelos dedicados a atividades mais leves possuem motorização inferior, na faixa entre 440 e 460 cv.

Seja como for, o gestor de frota da transportadora, Jonathan Giovanella, explica que a companhia é cliente Iveco há pelo menos 20 anos. E que sempre gostou dos caminhões da marca por serem robustos. Para ele, a relação peso/potência dos caminhões sempre foi equilibrada.

Giovanella disse que ao longo desses anos é notável que houve uma evolução com relação à economia de combustível. “Os novos Hi-Way de 560 cv se equiparam em consumo aos demais de outras marcas similares. Na minha operação, os novos veículos se igualam aos demais do mercado. Inclusive na entrega de tecnologias e de conforto”, afirma o gestor de frota.

A frota da transportadora tem idade média de quatro anos. Por causa disso, os veículos são utilizados durante o período de garantia.

“Na rede sempre somos muito bem atendidos. E acho até o serviço bem agilizado”, diz Giovanella.

Mudanças técnicas

A evolução dos produtos da Iveco veio acompanhada por uma série de estudos e pesquisas, entre engenharia da Iveco e da FPT Industrial, marca que produz os motores dos caminhões.

Entre as melhorias técnicas da nova linha estão turbina, coletor de escape, volante do motor e aumento da eficiência do sistema de arrefecimento, além da calibração geral de motor e caixa. Isso aumentou significativamente o torque e a economia de combustível dos caminhões Hi-Road e Hi-Way. Com o maior torque das motorizações, o desempenho dos caminhões permitiu, por exemplo, retomadas mais eficientes, resultando em menor tempo médio de viagem e maior produtividade. 

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