Ueslei Marcelino/Reuters
Ueslei Marcelino/Reuters

Janot diz que quer trabalhar com compliance após aposentadoria

PGR lembrou que passará por período sabático de três anos, durante o qual não poderá exercer a advocacia

O Estado de S.Paulo

28 de agosto de 2017 | 13h03

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse nesta segunda-feira, 28, que, depois de se aposentar, ao deixar o posto na Procuradoria Geral da República (PGR), gostaria de se dedicar ao magistério, a um trabalho como consultor ou na área de compliance de empresas. Este setor se dedica a regular as empresas internamente de modo a prevenir que sejam cometidos crimes. Ele lembrou que passará por um período sabático de três anos, durante o qual não poderá exercer a advocacia.

"O compliance é um passo à frente no nosso processo civilizatório. O objetivo é evitar o ilícito. Não acredito que atividade empresarial queira conviver com insegurança. A partir do momento em que tem a atividade regrada e passa a internalizar o risco de sua própria atividade, a empresa compartilha o controle com o Estado. É algo bem interessante. O caminho vai ser este. É o que eu imagino para mim depois que eu me aposentar", afirmou, em evento promovido no Rio pelo jornal "O Globo". 

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