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Japão assina pacto de livre comércio um dia depois da China

O primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, assinou hoje um acordo econômico com líderes da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), que prevê a criação de uma zona de livre comércio em 10 anos. A assinatura do acordo seguiu-se a um pacto semelhante firmado, ontem, pela China com o bloco regional. A acordo foi selado durante a 8ª Reunião da ASEAN, que se encerra hoje em Phnom Penh, capital do Camboja. "Agora, nós somos parceiros e vamos sentar para conversar e avançar em conjunto", disse o premier japonês. Koizumi declarou que o o acordo é o resultado de um espírito de cooperação cultivado pelo Japão com a região durante vários anos. Poucos detalhes sobre a parceria foram fornecidos. Além de liberar o comércio, os países do Sudeste Asiático e o Japão comprometeram-se a buscar uma aliança mais estreita nos setores financeiro, de turismo e de ciência e tecnologia. A declaração divulgada após a assinatura do acordo informa que, por volta do ano de 2020, o valor das exportações dos países da ASEAN para o Japão deverão aumentar para US$ 20,63 bilhões, ou 44,2% acima do total do ano base de 1997, enquanto as exportações do Japão para o bloco deverão totalizar US$ 20,02 bilhões, ou 27,5% acima. A declaração deixa espaço para que o Japão negocie acordos de livre comércio com membros individuais da ASEAN. O Japão já assinou acordos bilaterais de livre comércio com Cingapura e negocia pactos semelhantes com a Tailândia, Filipinas, Coréia do Sul e México. A Indonésia e a Malásia também já mostraram interesse em fechar acordos bilaterais com o Japão. A ASEAN foi fundada em 1967 para fortalecer a cooperação econômica regional e é formada por Brunei, Camboja, Indonésia, Laos, Malásia, Miamar, Tailândia, Filipinas, Cingapura e Vietnã. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

05 de novembro de 2002 | 12h14

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