finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Japão reitera oferta de empréstimo de US$ 100 bilhões ao FMI

Recursos são oferecidos pelo primeiro-ministro para capitalizar os bancos da Ásia e da América Latina

Efe,

24 de novembro de 2008 | 05h35

O Japão ofereceu um empréstimo de US$ 100 bilhões ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e também criar um fundo de US$ 3 bilhões, junto com o Banco Mundial (Bird), para capitalizar os bancos da Ásia e da América Latina, destacou no domingo o primeiro-ministro japonês, Taro Aso, em Lima. Veja também:À espera de equipe de Obama, bolsas asiáticas caemEUA montam plano para resgatar Citigroup, diz NYTDireção do Citigroup considera 'todas as opções', diz FTCitigroup está próximo de acordo com governo americanoDe olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29Como o mundo reage à crise  Dicionário da crise Todas as notícias sobre o Citigroup   Em entrevista coletiva, o chefe de Governo disse que são necessárias medidas macroeconômicas para fortalecer a cooperação financeira e dar uma solução à atual crise global. Aso destacou que algumas de suas propostas concretas foram refletidas na Declaração de Lima, assinada hoje ao término da Cúpula de Chefes de Governo e de Estado do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífica (Apec). O primeiro-ministro do Japão pediu a "outros países com reservas grandes que se unam a esta iniciativa" de financiamento para o FMI, com o objetivo de recapitalizar as entidades bancárias. Também propôs, como parte da cooperação regional, a criação de um "seguro comercial" que permita o financiamento do comércio para que possa continuar operando. Insistiu na necessidade de formar uma rede de seguro comercial dentro da região, "para evitar que se divulgue uma atitude protecionista". Da mesma forma, Aso uniu-se aos pedidos de outros colegas da Ásia-Pacífico para que as conversas da Rodada de Doha sejam retomadas porque, na sua opinião, existe a possibilidade de uma alternativa protecionista, que foi desaconselhada pela totalidade dos líderes participantes da cúpula do Apec.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.