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Japão se junta a EUA e pede ação conjunta do G-20 contra crise

Para ministro nipônico, países-membros devem adotar medidas de estímulo fiscal conjuntas em cúpula em abril

Agência Estado,

12 de março de 2009 | 08h33

O ministro das Finanças do Japão, Kaoru Yosano, disse que enfatizará, na reunião com seus colegas do Grupo dos 20 (G-20) neste final de semana, a necessidade de os países-membros adotarem medidas de estímulo fiscal de maneira conjunta, a fim de amplificar os efeitos. "Eu também vou explicar as medidas que o Japão tomou até agora", declarou Yosano a uma comissão parlamentar. Veja também: De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise     O ministro embarcará na sexta-feira para Londres, a fim de comparecer à reunião dos ministros de finanças e presidentes de bancos centrais do G-20, grupo dos sete países mais industrializados e das grandes economias emergentes, como China e Brasil. Os ministros vão discutir como limitar a profundidade e a extensão da crise econômica global. O encontro é preparatório à reunião de chefes de Estado do G-20, marcada para 2 de abril em Londres.Em relação à regulação dos mercados financeiros, Yosano disse que pedirá uma cooperação global mais estreita para impedir uma recorrência da crise. "Vou argumentar que a cooperação global mais estreita é vital, inclusive sobre a regulação dos fundos de hedge, para que a regulação seja efetiva", afirmou. Ontem, o secretário do Tesouro americano, Tim Gheithner, e o presidente Barack Obama defenderam uma ação coordenada global contra a crise. Segundo Obama, as ações do governo americano podem falhar se não forem acompanhadas por outros países. O presidente tem conversado com seus aliados para preparar terreno para o encontro do G-20 em Londres no começo de abril. Ele ainda garantiu estar otimista sobre o sucesso da cúpula.De acordo com o Wall Street Journal, Reino Unido e os EUA preparam um plano para o comércio global para ser apresentado na cúpula de Londres. 

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