Gabriela Biló/ Estadão
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João Doria tem 20 projetos para levar a Fórum Econômico Mundial

egundo o governador, os projetos estão concentrados nas áreas de ferrovias, rodovias, aeroportos, além do Porto de São Sebastião, a Hidrovia Tietê-Paraná, o Ginásio do Ibirapuera e todos os parques do Estado de São Paulo

André Ítalo Rocha, O Estado de S.Paulo

18 de janeiro de 2020 | 05h00

Convidado para participar do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou na sexta, 17, em coletiva de imprensa, que terá 32 encontros bilaterais no evento, com o objetivo de atrair investimentos para o Estado, por meio de 20 projetos de privatizações e desestatizações. O evento começa no próximo dia 21 e terá a duração de quatro dias. 

“Há interesse tão grande no diálogo com São Paulo – em razão dos programas de privatizações e desestatizações – de fundos soberanos, fundos de investimentos, bancos de investimentos, que são orientadores de investimentos em programas de desestatização e de governos”, disse o tucano.

Segundo o governador, os projetos estão concentrados nas áreas de ferrovias, rodovias, aeroportos, além do Porto de São Sebastião (em parceria com o governo federal), a Hidrovia Tietê-Paraná, o Ginásio do Ibirapuera e todos os parques do Estado. Antes, eram 21 projetos, mas um deles já foi passado à iniciativa privada, a Rodovia Piracicaba-Panorama.

A maioria dos encontros em Davos será com presidentes executivos de multinacionais e investidores. “São Paulo estabeleceu um programa de governança liberal, pró-mercado. Não tem investidor bobinho e desinformado, eles buscam o histórico da região, quem governa, por quanto tempo governa”, afirmou Doria, que vai ao evento acompanhado da secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, e do secretário de Relações Internacionais, Julio Serson.

Participação de Doria no fórum

Esta é a 50.ª edição do fórum e Doria vai participar pela terceira vez consecutiva. A primeira foi como prefeito de São Paulo e a segunda, no ano passado, já como governador. A expectativa do governo paulista é de que os projetos levados a Davos atraiam investimentos de cerca de R$ 40 bilhões aos cofres do Estado.

Segundo o governo, na edição do ano passado, o evento resultou em R$ 7,5 bilhões de investimentos da Bracell em São Paulo. A gigante asiática do setor de celulose tem expandido a unidade em Lençóis Paulista, na região de Bauru. Durante o pico de implantação, a Bracell deve empregar até 7.500 trabalhadores.

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