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Jornal chinês diz que não haverá estímulos monetários

Em editorial de primeira página, o jornal China Securities Journal afirmou que não há muito espaço para o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) afrouxar a política monetária.

AE, Agencia Estado

25 de março de 2014 | 00h32

Ontem, após o HSBC revelar mais uma contração no índice dos gerentes de compras (PMI) industrial da China, para o menor nível em oito meses em março, aumentaram as apostas no mercado por novas rodadas de estímulos.

O jornal, que rotineiramente fala em nome do governo nos editoriais de primeira página, afirmou que a política monetária só pode ser afrouxada quando houver forte depreciação do yuan e grande saída de capital, o que ainda não está ocorrendo.

A publicação disse que o governo tem condições para acelerar o crescimento econômico, mas que assim ele estaria alimentando uma crise ainda maior no futuro. As prioridades no momento, declarou o jornal, são a criação de empregos e evitar o risco sistêmico. Dessa forma, o editorial do China Securities Journal disse que o governo manterá a política monetária neutra e a política fiscal proativa em algumas áreas.

O China Securities Journal ainda afirmou que a China precisa de um processo gradual para desinflar a atual bolha de preços, mas que não há necessidade para se tornar excessivamente pessimista sobre o curto prazo e o ano. Fonte: Market News International.

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