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Jovem executivo ganha destaque ao preencher 'vácuos'

Goiano de 33 anos ocupa cargo de superintendente de investimentos em incorporadora - o terceiro posto mais alto da área

O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2014 | 02h12

Para o executivo Pacífico Junirior, de 33 anos, estar no lugar e na hora certa foi determinante para sua ascensão profissional na indústria da construção civil - claro que não é desprezível seu esforço de qualificação e sua determinação para crescer.

Desde o ano passado, ele é superintendente de investimentos da incorporadora Brookfield, dando suporte às decisões do mais alto escalão da empresa. Acima dele, há apenas o diretor executivo de investimentos e relações institucionais da companhia, Luiz Fernando Moura, e o presidente, Nicholas Reade.

Natural de Goiânia, Pacífico iniciou a trajetória que o levou à atual posição como estagiário de Novos Negócios da MB Engenharia em 2003 - a empresa, com sede no Centro-Oeste, seria incorporadora ao grupo que formaria, a partir de 2009, a Brookfield. "Eu era estudante de engenharia civil e, quando eu fui ser efetivado, o mais natural seria eu ir para a área de obras, mas eu queria permanecer na área de novos negócios."

A sorte bateu à porta do jovem no momento de definições, e ele soube aproveitar as oportunidades. "Sabia que havia um colega que estava em Novos Negócios, mas que queira fazer Planejamento de obra. Outro estava Planejamento de Obra e queria ir para a área de Obra. E eu, que estava em Obra, queria ir para Novos Negócios. Aí eu me movimentei para fazer uma dança de cadeiras", conta.

Na área de novos negócios, Pacífico passou a trabalhar diretamente com um dos sócios da incorporadora, Marcelo Borba. "Ele precisava de alguém que tivesse uma visão mais holística do negócio para ajudar na abertura de capital da empresa (que acabou não se concretizando), e a área de novos negócios era estratégica. Uma diretora da MB me disse que uma das razões para eu estar ao lado do diretor era que vácuos foram surgindo e eu fui preenchendo. A empresa cresceu rápido." Na MB, ele chegou a atuar inclusive na área de relações com investidores.

Em 2008, a empresa foi absorvida pela Brascan Residential Properties, que mudaria de nome para Brookfield um ano depois. A aquisição foi outra oportunidade para Pacífico porque a nova companhia precisava de alguém que conhecesse o negócio para desenvolver um sistema integrado de processos. Em 2009, ele foi escolhido para gerenciar a implementação dos novos procedimentos.

Em dois anos, o executivo foi promovido a superintende de gestão de informação do segmento econômico na Brookfield, cargo que ocupou até chegar à superintendências de investimentos, em 2013. "Acho que tive oportunidade e competência, mas há um terceiro ponto. Fiz duas o pós-graduações em finanças e uma universidade corporativa", conta.

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