Juiz manda soltar funcionários da Kroll

Os cinco funcionários da empresa Kroll presos em flagrante pela Polícia Federal no último dia 27, sob acusação de formação de quadrilha, conseguiram o relaxamento de suas prisões e serão soltos nas próximas horas. O juiz da 5ª Vara Criminal, Luiz Renato Pacheco Chaves de Oliveira, acolheu o pedido do advogado de defesa Antonio Cláudio Mariz de Oliveira e concedeu aos indiciados o benefício da liberdade provisória. A defesa argumentou que seus clientes têm profissão lícita, endereço fixo e não têm antecedentes criminais. Wander Aloisio Giordano, gerente de Casos, Eduardo Gomide, diretor de Serviços Financeiros, Júlia Marinho Leitão da Cunha, investidora, Rodrigo de Azevedo Ventura e Ricardo Sanches, ambos operadores de equipamentos de escuta, estão na carceragem da Polícia Federal em São Paulo e serão libertados assim que os oficias de justiça chegaram com o alvará de soltura. A Kroll Associates é uma empresa especializada em investigação empresarial. Em meio a divergências de sócios da Brasil Telecom, foi contratada por uma das partes para monitorar ações da outra. Ao longo de todo o ano de 2003 e até meados de 2004, a Kroll monitorou os contatos da Telecom Italia no Brasil, inclusive com integrantes do governo Lula. Leia mais: Entenda o caso Kroll / Opportunity Empresa nega ter contratado Kroll para espionagem Polícia Federal monta grupo de peritos para o caso Kroll Daniel Dantas e Carla Cicco serão intimados a depor na PF PF começa a analisar material da Operação Chacal Chega em Brasília material apreendido na Kroll Ainda não há constatação definitiva sobre Kroll, diz ministro Funcionários da Kroll permanecem presos na PF Advogado do Opportunity alega cerceamento da defesa No total, já são cinco os executivos presos da Kroll Divulgados nomes de executivos presos pela PF na Kroll Polícia Federal confirma prisão de 4 pessoas da Kroll Opportunity confirma ação da Polícia Federal PF faz operação para apreender documentos do Opportunity

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