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Juro anual nos Estados Unidos cai para 4,5%

Federal Reserve opta por mais um corte nos juros, em medida para ajudar a reduzir problemas no crédito

Reuters e Agência Estado,

31 de outubro de 2007 | 16h30

O banco central dos Estado Unidos (Federal Reserve) decidiu nesta quarta-feira, 31, reduzir novamente o juro básico norte-americano. Como era esperado, o corte foi de 0,25 ponto porcentual. Com isso, a taxa foi para 4,5% ao ano.  Veja também:Íntegra do comunicado do Fed (em inglês)  Mercado oscila depois de decisão de juros nos EUAEvolução dos juros americanos Trata-se de mais uma decisão que tem por objetivo reduzir os problemas no setor imobiliário americano e os riscos de inflação e de desaquecimento econômico do país. A decisão, contudo, não foi unânime. Um dos dez participantes do comitê do FED discordou da decisão.  Nesta manhã, o governo norte-americano divulgou crescimento do Produto Interno Bruto do país além do esperado, levantando dúvidas sobre se seria necessário mais um corte nos juros.  O aumento nos gastos dos consumidores e as fortes exportações fizeram com que a economia registrasse no terceiro trimestre do ano a maior taxa de expansão apurada desde o início de 2006, de 3,9%. A expectativa era de um crescimento de 3,2%. "O crescimento econômico foi sólido no terceiro trimestre e as tensões nos mercados financeiros se reduziram bastante, na média. Contudo, o ritmo da expansão econômica provavelmente vai se desacelerar no curto prazo, refletindo em parte a intensificação da correção no setor de moradias", diz comunicado do Fed, divulgado com a decisão.  "A decisão de hoje (quarta), combinada com a decisão de política tomada em setembro, deve ajudar a prevenir alguns dos efeitos adversos na economia", continua o comunicado. Ainda segundo o texto, o corte de 0,25 ponto equilibra os riscos de alta de inflação com os de desaceleração do crescimento. "O Comitê vai continuar a avaliar os efeitos de acontecimentos financeiros e outros nas perspectivas de crescimento e vai agir á medida que seja necessário para fomentar a estabilidade dos preços e o crescimento econômico sustentável", diz.

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